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Selic em 15%: Gestão estratégica é chave contra Crédito Caro

Créditos da foto: Divulgação
Créditos da foto: Divulgação

Ambiente de juros elevados separa empresas preparadas das que não investem em gestão, planejamento e cultura organizacional

O Copom decidiu manter a Selic em 15% ao ano, o maior patamar em duas décadas, apesar da deflação de 0,11% registrada em agosto e da revisão para baixo das expectativas de inflação do mercado, de 5,68% em março para 4,83% na última semana. A decisão reflete a leitura de que os fatores que derrubaram os preços foram temporários, como o bônus de Itaipu nas contas de luz e a queda no grupo de alimentação e bebidas. Ao mesmo tempo, a inflação de serviços segue acumulando alta de 6,17% em 12 meses, sustentada pelo mercado de trabalho aquecido, com desemprego em mínima histórica de 5,6%. Esse conjunto de indicadores explica a escolha do Banco Central de manter os juros elevados, mesmo diante de sinais pontuais de alívio.

       Para Jorge Kotz, CEO da Holding Grupo X, esse é o ponto de virada. “A economia vive um dilema: O trabalhador conquista renda e emprego, mas esse movimento pressiona os preços e mantém o crédito caro. Para as empresas, significa que o custo de capital continua elevado e a gestão financeira precisa ser ainda mais estratégica. É aí que a educação empresarial e a cultura organizacional fazem diferença: Empresas que conseguem planejar, renegociar passivos e inovar no modelo de gestão atravessam o ciclo de juros altos com mais segurança.”

       Essa leitura mostra que a pressão dos juros não deve ser vista apenas como uma barreira, mas como uma oportunidade de reorganização. É nesse ponto que Kotz acrescenta: “É preciso maturidade de gestão para transformar o crédito restrito em oportunidade de reorganizar e preparar o negócio para o próximo ciclo de expansão.” A fala sintetiza o recado de que, mais do que buscar alternativas de financiamento, as empresas precisam investir em resiliência organizacional, eficiência e visão de longo prazo.

       A mensagem central é que os próximos meses podem redefinir o mapa corporativo no Brasil. Enquanto algumas empresas encaram os juros altos como ameaça, outras usam o momento para reorganizar passivos, fortalecer cultura organizacional e preparar-se para o próximo ciclo de expansão. O resultado será claro: Quando a Selic começar a ceder, estarão mais bem posicionadas as empresas que souberam transformar adversidade em vantagem competitiva.

Sobre o Grupo X

https://ogrupox.com

    Fundado em 2021, o Grupo X é o maior hub de educação empresarial do Brasil. Com foco em transformar o cenário econômico nacional, gerar mais empregos e proporcionar crescimento sustentável para empresas de todos os portes. Com um ecossistema multifacetado e metodologia própria, a holding atua por meio de programas voltados à capacitação estratégica de empresários e gestores em áreas como negócios, marketing digital, liderança, networking e inteligência financeira. Nos últimos 12 meses, o Grupo X registrou um faturamento de R$ 30 milhões, alcançando um valuation estimado em R$ 150 milhões. Desde sua fundação, já impactou mais de 167 mil empresas em todo o país, com mais de R$ 350 milhões em faturamento acumulado por seus mentorados. 

    Liderado por JorgLiderado por Jorge Kotz, o Grupo X é composto por marcas como X Business, X Diamond Club, Maestria Empresarial, Formação em Marketing Estratégico, Business 10X e Conselho X, que reúnem mentorias, treinamentos, consultorias personalizadas e eventos imersivos com aplicação prática, direcionados à evolução de empresas e ao desenvolvimento contínuo de seus líderes. Além da atuação nacional, o Grupo X já realizou eventos e mentorias em países como México, Argentina e Uruguai, e mantém planos de expansão para Chile e Inglaterra, ampliando sua presença internacional e capacidade de entrega em mercados estratégicos. 

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