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Sem Parar aponta alta de 12% no diesel em março na cidade de São Paulo

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Levantamento registrou alta de 5,8% na gasolina comum e de 4,3% na aditivada, enquanto o etanol apresentou variações moderadas no período

O monitoramento mensal dos preços de combustíveis do Sem Parar, plataforma de soluções para o carro, registrou alta em todos os segmentos na capital paulista ao longo de março. O principal destaque foi o diesel, que apresentou variações superiores a 12% no período. 

O comportamento dos preços nas bombas registrou um descolamento em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA -15). Enquanto o indicador oficial de inflação apresentou desaceleração no ritmo de alta, passando de 0,84% em fevereiro para 0,44% em março, os combustíveis mantiveram trajetória de elevação 

O diesel comum teve a maior variação e registrou alta de 12,2% saindo de R$6,26 para R$7,03. Já o diesel aditivado teve aumento de 12,1%, passando de R$6,48 para R$7,26.  

O etanol aditivado e comum apresentou leves variações. O aditivado teve um leve aumento de 0,9% saindo de R$4,97 para R$5,02. O comum registrou alta de 1,4% passando de R$4,55 para R$4,61.  

Já a gasolina aditivada apresentou aumento de 4,3% indo de R$6,76 para R$7,05. E a comum registrou alta de 5,8% variando de R$6,17 para R$6,53.  

Diferença de preços entre regiões da capital  

O levantamento também identificou variações de preços entre as regiões da cidade em março. A maior diferença foi registrada no etanol aditivado, com variação de R$0,36 por litro entre as Zona Norte e Oeste, onde os preços oscilaram de R$4,82 para R$5,18.  

O diesel aditivado variou de R$7,06 na Zona Norte a R$7,41 na Zona Sul. Enquanto o diesel comum apresentou o menor preço de R$6,90 na Zona Oeste e o maior na Zona Sul R$7,21.  

A gasolina aditivada foi encontrada a R$6,65 na Zona Norte e R$7,25 na Zona Sul. Já a gasolina comum oscilou entre R$6,35 na Zona Norte e R$6,66 na Zona Sul.  

O etanol comum apresentou o menor preço na Zona Norte R$4,52 e chegou a R$4,68 na Zona Sul.  

A análise considera mais de 20 milhões de litros abastecidos na capital paulista entre fevereiro de 2026 e março de 2026. 

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