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Sob impacto do coronavírus, segmento de alimentos fatura 77% a mais em março

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Elevação se deu na comparação com fevereiro, de acordo com estudo feito pela agência Corebiz

POR: NB Press Comunicação

Estudo realizado pela agência Corebiz, acerca do impacto mercadológico no comércio eletrônico da pandemia do coronavírus, apurou que o segmento de alimentos isoladamente registrou aumento de 77% na receita considerando-se as transações efetuadas de 1 a 18 de março sobre igual período de fevereiro. O pico maior de vendas ocorreu a partir do dia 16. 

Agora, a previsão dos clientes do ramo alimentação da Corebiz, especializada em oferecer soluções completas em marketing digital para varejistas online e omnichannel, é fechar o mês de março com crescimento de 32%, em média, em relação a fevereiro último, e de 46%, em relação a março de 2019.

No segmento Casa e Construção, que usualmente tem movimento fraco no início do ano, a crise do coronavírus deve aprofundar esse quadro. Até 18 de março, o segmento apurava queda de 26%, na comparação a fevereiro, e de 5% sobre igual período de 2019. Ainda assim, a previsão é fechar o mês com crescimento de 27% sobre fevereiro e de queda de 10% em relação a igual período de março do ano passado. 

O levantamento ainda apurou que a tendência para o segmento da moda é cair durante a crise do covid-19. A previsão é de um declínio de 13%, em média, em março sobre fevereiro. Como o cenário estava em ascensão antes da crise, a projeção ainda é de crescimento de 21% em relação a março de 2019.

No geral, as categorias de saúde, cuidado pessoal e alimentos e bebidas registraram crescimento de 15% sobre fevereiro deste ano e de 65% em relação à primeira quinzena de março do ano passado. De acordo com a pesquisa, outras categorias de bens não duráveis — como livros, moda & acessórios e automotivos — devem sofrer pouco com a queda de demanda, pois continuarão a ser procurados. Por outro lado, bens de consumo não duráveis e de alto valor tendem a perder participação, pois os consumidores tendem a dar prioridade a outras compras haver uma perspectiva maior de estabilidade social e econômica.

O estudo conclui que, em 2020, existe a possibilidade de ocorrer um crescimento que supere a projeção de aumento de 18% feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Os motivos são as mudanças comportamentais atreladas à disseminação do coronavírus e o amadurecimento do setor como um todo.

Esse crescimento, no cenário atual, considera produtos em conexão à crise do coronavírus, como máscaras protetoras, luvas, álcool em gel e de primeiras necessidades (alimentos, papel higiênico, fraldas etc.).

Sobre a CoreBiz

A CoreBiz é uma agência especializada em omnichannel, com grandes clientes de varejo e indústria de vários segmentos. Com ampla gama de serviços, atua desde a consultoria até a execução dos projetos, distribuídos em três unidades de negócios: Experiência, Marketing e Tecnologia. Conta com escritórios no Brasil, México e Argentina, e já executou projetos em mais de 14 países. Mais informações: http://www.corebiz.com.br/.

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