Spott acelera o futuro da eletromobilidade no Brasil ao transformar o canal solar em protagonista da era da recarga elétrica
Com plataforma digital, suporte técnico e visão de negócio, a empresa habilita integradores solares a entrarem no mercado de recarga elétrica: mais rentável e estratégico para o futuro da energia no país
A Spott, referência em tecnologia para redes de recarga elétrica, está liderando um novo movimento no setor solar brasileiro: a entrada dos integradores de energia no mercado de recarga para veículos elétricos.
Com a consolidação da geração distribuída e do mercado livre de energia no Brasil, o setor solar vive agora uma nova fronteira de crescimento: o varejo da energia. Nesse modelo, em vez de vender apenas o kWh, o integrador passa a oferecer o serviço de recarga, agregando valor e aumentando significativamente o retorno sobre o investimento.
“O integrador solar já domina a infraestrutura energética e o cliente corporativo. A recarga elétrica é o próximo passo natural, porque transforma o atacado em varejo de energia e aumenta significativamente a margem de rentabilidade”, explica Thiago Moreno, CEO da Spott.
Do atacado ao varejo da energia
Tradicionalmente, o integrador solar vende energia no atacado: instala sistemas de geração distribuída e negocia contratos de longo prazo com margens fixas e previsíveis. Com o avanço da mobilidade elétrica, surge a oportunidade de comercializar energia diretamente ao consumidor final, por meio de estações de recarga.
Nesse modelo, a energia é vendida como serviço, com preço por kWh superior e retorno financeiro mais rápido.
A Spott é quem viabiliza essa transição, oferecendo tecnologia, suporte técnico e visão de negócio para que o integrador solar consiga instalar, operar e rentabilizar pontos de recarga de forma simples e eficiente. Sua tecnologia conecta carregadores, energia e dados em uma única base, permitindo acompanhar consumo, faturamento e performance em tempo real.
“A diferença entre o atacado e o varejo da energia está na margem. O integrador que aprende a operar recarga não depende mais apenas da geração — ele passa a vender experiência, conveniência e serviço”, complementa Moreno.
Educação, tecnologia e parceria com o canal solar
Liderando esse movimento, a Spott atua em três frentes principais para preparar o setor solar para a eletromobilidade:
- Capacitação técnica e de negócios: treinamentos, workshops e materiais que explicam o modelo de recarga e o potencial financeiro do setor.
- Modelagem econômica e projeções de retorno: ferramentas que ajudam o integrador a calcular payback, margem e TIR do investimento.
- Parcerias com fabricantes e infraestrutura: garantindo compatibilidade de hardware, suporte técnico e acompanhamento pós-instalação.
- Plataforma de gestão completa: dashboard em tempo real que centraliza indicadores de performance, estabilidade e fluxo de recargas, garantindo eficiência operacional.
“Nosso papel é ser o parceiro que habilita o integrador a entrar nesse mercado com segurança técnica e clareza de negócio. Estamos ajudando o setor solar a dar o próximo passo na cadeia de valor da energia”, reforça o executivo.
Um mercado em rápida expansão
Segundo o Balanço Energético Nacional (BEN) 2025, publicado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o número de veículos elétricos plug-in licenciados no Brasil saltou de cerca de 1,9 mil em 2020 para mais de 215 mil unidades em 2024, impulsionado pela maior oferta de modelos e pela expansão da infraestrutura de recarga.
Paralelamente, o país ultrapassou 60 GW de potência solar instalada, conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), somando geração distribuída (42,1 GW) e centralizada (17,9 GW). Essa combinação posiciona o Brasil entre os líderes globais em energia solar e abre espaço para um novo modelo de negócio: o integrador solar como operador de energia e protagonista da mobilidade elétrica.








