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Tentáculos de Vorcaro alcançam Habitasec e colocam em xeque integridade de securitizadora

Reproducao---Redes-Sociais

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Securitizadora, envolvida em irregularidades em empreendimentos gaúchos, emitiu CRIs em operação que teve Felipe Vorcaro como fiador e chegou a R$ 113,3 milhões

Primo de Daniel Vorcaro e investigado como possível operador financeiro de esquema que apura suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro ligados ao Banco Master, Felipe Vorcaro foi preso temporariamente, no dia 7 maio, no âmbito da 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. No dia 18 deste mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, converteu a pena em prisão preventiva, condição na qual o primo de Daniel se encontra agora.

Recentemente, ele foi apontado como fiador de operação que captou, via fundo de investimento, R$ 458 milhões via Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), sendo que parte dessas emissões (R$ 113,3 milhões) foram emitidas pela Habitasec, securitizadora conhecida pelos laços estreitos com a Cartesia Capital – gestora do fundo de investimento imobiliário CACR11, cuja integridade foi colocada em xeque por especialistas do mercado de capitais brasileiro. Em matéria divulgada em abril deste ano, o jornal Valor Econômico levantou dúvidas, com base na análise de documentos públicos do fundo, a respeito da origem dos rendimentos, qualidade dos ativos e estrutura financeira do CACR11, mesmo com o cartaz atrativo de dividendos elevados.

A história de aproximação entre ambas, Habitasec e Cartesia, não é de hoje. Ambos estão envolvidos na polêmica dos leilões de apartamentos quitados em Porto Alegre, por exemplo. A securitizadora é acusada de conivência com supostas irregularidades cometidas pela gestora do CACR11, devido ao suposto uso de dinheiro dos próprios investidores contra os mesmos, e por ter sido cúmplice em fraudes que vitimaram a incorporadora Infinita, os investidores do CACR11 e Bedford FII, e compradores de imóveis.

“A julgar pelo passado das duas, não nos surpreende em nada mais esse caso ter vindo à tona”, afirma Diego Antunes, CEO da Infinita, que complementa: “Há mais de 2 anos, nós já vínhamos alertando e denunciando sobre as ilegalidades que vinham sendo cometidas por Habitesec e Cartesia. Finalmente, a verdade está aparecendo”, pontua. 

O fundo gestor do CACR11, o Cartesia Capital, foi denunciado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em julho de 2025, em uma representação formal que acusa a gestora e a Habitasec de supostas violações graves às normas do mercado de capitais. Entre os apontamentos estão a omissão de fatos relevantes ao mercado, uso indevido de recursos vinculados aos CRIs, inclusão de imóveis quitados como garantia das operações e até o financiamento de campanhas difamatórias contra a incorporadora Infinita. A denúncia também sustenta que as empresas teriam exercido controle operacional indevido sobre SPEs da incorporadora e ocultado ações judiciais e pedidos de falência envolvendo os empreendimentos. O caso já repercute no Judiciário gaúcho, que suspendeu leilões extrajudiciais relacionados a três empreendimentos estruturados via CRI, aumentando ainda mais a pressão sobre a atuação da Habitasec e do fundo Cartesia em operações que agora passam a ser observadas também sob a ótica dos órgãos reguladores do mercado financeiro.

Fonte: www.camejo.com.br

DIREITO DE RESPOSTA

HABITASEC SECURITIZADORA, esclarece a respeito da matéria veiculada com o título “Tentáculos de Vorcaro alcançam Habitasec e coloca em xeque integridade de securitizadora”, que o conteúdo é  inverídico e não condiz com a realidade dos fatos, uma vez que  Felipe Vorcaro, NÃO É e NUNCA FOI FIADOR  de nenhuma emissão da Securitizadora. Esclarece que todos os Termos de Securitização são públicos e estão no site da Securitizadora.

Ainda, o que se vê, mais uma vez, é uma miscelânea descabida de fatos inverídicos e deturpação de conceitos jurídicos que servem a prosperar verdadeira desinformação no mercado, com vistas a deturpar todos os atos jurídicos perfeitos e válidos perpetrados pela Securitizadora para recuperação de crédito em proteção aos interesses de seus investidores, conforme disposições regulatórios e contratuais, ante o inequívoco inadimplemento do devedor e desvio de recursos da operação, no tocante aos mencionados leilões em Porto Alegre, cujos ainda permanecem judicializadas.

No mais, esclarece por fim, que não há em curso qualquer procedimento administrativo de cunho regulatório preventivo ou sancionador em curso contra a Securitizadora, que discutam, questionam ou invalidam as medidas  tomadas pela Securitizadora, em estrito cumprimnto do seu dever de transparência, zelo e lealdade para com seus investidores.

Fonte: www.habitasec.com.br

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