Com projetos de reflorestamento e metas de neutralidade, BUSUP amplia impacto ambiental para além da operação
A pressão por metas de descarbonização e maior controle das emissões indiretas tem levado a mobilidade corporativa ao centro da estratégia ESG de grandes empresas. Segundo dados do relatório anual de sustentabilidade 2025 da BUSUP, o transporte compartilhado de colaboradores pode reduzir em até 80% as emissões de CO₂ em relação ao uso do carro individual, consolidando o tema como uma frente cada vez mais relevante dentro das emissões de escopo 3.
Em 2025, a BUSUP afirma ter evitado a emissão de 18,4 mil toneladas de CO₂, resultado associado à otimização de rotas com inteligência artificial, maior ocupação dos veículos e redução do uso de automóveis particulares. A operação da empresa já acumula 26 milhões de passageiros transportados até dezembro de 2025.
O impacto também se reflete na dinâmica urbana. Atualmente, a solução contribui para a retirada de cerca de 16 mil veículos das ruas por dia, o que pode reduzir em até 112 quilômetros de congestionamento global em um único período da manhã em dias úteis, considerando apenas um único carril.
Os dados reforçam a eficiência do modelo: enquanto um carro no Brasil transporta, em média, 1,5 passageiro, segundo dados da ANTP(Associação Nacional de Transportes Públicos/2024), cada usuário que opta pelo transporte corporativo deixa de emitir cerca de 4,83 kg de CO₂ por dia — considerando uma média de 6,56 kg no transporte individual frente a 1,73 kg no modelo compartilhado.
“A mobilidade corporativa passou a ser vista pelas empresas como um indicador estratégico de sustentabilidade e eficiência operacional. Hoje, ela impacta diretamente metas ESG, custos e experiência dos colaboradores”, afirma Rui Stoffel Fernandes, cofundador e CEO da BUSUP.
Para ampliar a agenda ambiental para além da operação, a empresa vem reforçando iniciativas de regeneração por meio do programa BUSUP Forest, com projetos de reflorestamento em mercados estratégicos.
Na Espanha, a companhia atuou na recuperação de áreas afetadas pelos incêndios de Bellprat, na Catalunha, que atingiram cerca de 1.600 hectares, com o plantio de 87 árvores frutíferas e florestais. Em Portugal, o projeto realizado no Pinhal de Leiria resultou no plantio de 400 árvores, com capacidade estimada de absorção de 54 toneladas de CO₂ ao longo do ciclo de vida.
No Brasil, a frente de reflorestamento inclui parceria com a Black Jaguar Foundation, voltada à restauração do Corredor de Biodiversidade do Araguaia, na Amazônia, com foco na recuperação de áreas degradadas e reconexão de ecossistemas.
O movimento reforça uma mudança na forma como a agenda ESG vem sendo tratada pelas empresas: mais do que compromissos abstratos, a sustentabilidade passa a ser medida por indicadores operacionais concretos e por iniciativas complementares de regeneração ambiental.
Além do impacto ambiental, a mobilidade corporativa também tem efeitos diretos no negócio. Segundo a BUSUP, empresas que adotam o modelo registram aumento de até 20% na atração e retenção de talentos, além de redução de até 45% nos custos de transporte.
Nesse contexto, a mobilidade corporativa deixa de ser apenas uma questão logística e passa a integrar decisões estratégicas ligadas à redução de emissões, reputação corporativa e metas de longo prazo — incluindo os compromissos da própria BUSUP de atingir a neutralidade de carbono em seus escritórios até 2026 e apoiar seus clientes nessa jornada até 2027.

