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Administração

Treinar adultos super atarefados é o novo desafio do mercado imobiliário

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Como uma empresa está revolucionando a forma de aumentar a performance de times de corretores e líderes, chegando a resultados de mais de R$3 bilhões em VGV.

A educação corporativa vive um dilema: como ensinar adultos que já estão sobrecarregados, pressionados por resultados e, muitas vezes, resistentes à mudança? No mercado imobiliário, esse desafio é ainda maior, já que líderes acumulam funções de gestores, recrutadores, mentores e motivadores, e precisam lidar com times que variam do entusiasmo à exaustão.

É nesse contexto que Andressa Machado, especialista com 25 anos de atuação no mercado imobiliário, vem se destacando à frente da Sísmica, empresa criada para transformar a cultura comercial e a mentalidade de performance das equipes.

Com um histórico que inclui Abyara, Brasil Brokers e Cyrela, Andressa construiu um modelo de educação prática que já impactou mais de 7 mil corretores e 500 líderes. “Reeducar adultos é um dos maiores desafios das empresas. Eles não aprendem mais por imposição, e sim por conexão e sentido. O líder que entende isso constrói um time que aprende, se adapta e entrega resultado de forma constante”, explica.

Nos últimos cinco anos, as empresas e profissionais que passaram pelos programas da Sísmica somam mais de R$ 3 bilhões em VGV vendido, reflexo direto da mudança comportamental gerada pelo método.

A proposta é clara: não se trata apenas de ensinar técnicas de vendas, mas de mudar a mentalidade de quem vende. “O líder do futuro é educador. Ele precisa inspirar, formar e dar feedback, mas também cuidar da energia do time. E isso só é possível com método, não com improviso”, pontua Andressa.

Com programas como o Corretor Exponencial (curso reconhecido pelo MEC) e o Líder Exponencial, a Sísmica atua como um núcleo de inteligência e educação corporativa, apoiando incorporadoras e construtoras em todo o país, entre elas Tegra, Plano&Plano, Construtora Planeta, Zero19 e Kempinski Laje de Pedra.

Cada programa combina diagnóstico de competências, aprendizagem imersiva e gestão por indicadores, integrando pessoas e performance. “Durante anos, as empresas investiram em campanhas e tecnologia, mas deixaram de lado a formação humana dos times. O que vemos agora é um movimento de retorno à base, e é isso que vai definir quem prospera em 2026”, afirma.

Para Andressa, o papel da liderança mudou: o gestor deixou de ser apenas cobrador de metas e se tornou curador do desenvolvimento do time. “As novas gerações não seguem quem apenas manda. Elas seguem quem educa, dá exemplo e mostra um caminho. E isso vale para todos os mercados, não só o imobiliário.”

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