{"id":71756,"date":"2025-10-30T18:47:42","date_gmt":"2025-10-30T21:47:42","guid":{"rendered":"https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/?p=71756"},"modified":"2025-10-30T18:47:44","modified_gmt":"2025-10-30T21:47:44","slug":"terras-raras-no-brasil-do-potencial-a-realidade-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/terras-raras-no-brasil-do-potencial-a-realidade-sustentavel\/","title":{"rendered":"Terras raras no Brasil: do potencial \u00e0 realidade sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-1024x1024.jpg\" alt=\"Adalberto Junqueira - Cr\u00e9ditos da foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" class=\"wp-image-71757\" srcset=\"https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-300x300.jpg 300w, https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-150x150.jpg 150w, https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-768x768.jpg 768w, https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-1536x1536.jpg 1536w, https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira-360x360.jpg 360w, https:\/\/economiasa.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Adalberto-Junqueira.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Adalberto Junqueira \u2013 Cr\u00e9ditos da foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Por Adalberto Junqueira, Gestor de Unidade de Neg\u00f3cios da Tractebel Brasil, Chile e Canad\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>Elementos de terras raras \u00e9 um grupo de 17 metais estrat\u00e9gicos encontrados na natureza, geralmente misturados a outros min\u00e9rios e de dif\u00edcil extra\u00e7\u00e3o. Apesar do nome, n\u00e3o s\u00e3o necessariamente raros \u2014 mas s\u00e3o dif\u00edceis de isolar em alta pureza, o que torna o processo complexo. Esses materiais tornaram-se insumos fundamentais em tecnologias limpas e avan\u00e7adas, de geradores e\u00f3licos a motores de ve\u00edculos el\u00e9tricos, passando por smartphones e sistemas de defesa.<\/p>\n\n\n\n<p>A demanda global por esses materiais cresce em ritmo acelerado: em 2020 foram extra\u00eddas cerca de 240 mil toneladas de \u00f3xidos de terras raras, volume que saltou para 390 mil toneladas em 2024, segundo o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico dos Estados Unidos (USGS, ou United States Geological Survey).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, proje\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Internacional de Energia indicam um aumento de at\u00e9 sete vezes na procura por esses elementos at\u00e9 2040, impulsionado pela transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e pela digitaliza\u00e7\u00e3o da economia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o Brasil, h\u00e1 um enorme potencial de aproveitamento desses materiais. Estudos indicam que o pa\u00eds possui cerca de 21 milh\u00f5es de toneladas de \u00f3xidos de terras raras em reservas \u2013 aproximadamente 23% das reservas mundiais, a segunda maior propor\u00e7\u00e3o global, atr\u00e1s apenas da China. As principais ocorr\u00eancias mapeadas distribuem-se em estados como Goi\u00e1s, Minas Gerais, Amazonas e Bahia. Por\u00e9m, apesar dessa riqueza natural, a produ\u00e7\u00e3o nacional ainda \u00e9 insignificante, em torno de 1% da oferta mundial.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 pouco tempo, nenhuma mina de terras raras operava comercialmente no pa\u00eds; somente em 2024 teve in\u00edcio a primeira explora\u00e7\u00e3o industrial, a mina Serra Verde em Goi\u00e1s. Especialistas estimam que, com investimentos adequados, o Brasil poderia suprir at\u00e9 10% da demanda global nos pr\u00f3ximos anos \u2013 uma meta ambiciosa que reflete tanto as oportunidades quanto os desafios para o setor.<\/p>\n\n\n\n<p>A urg\u00eancia em desenvolver esse potencial tamb\u00e9m se explica pelo panorama externo: a cadeia global de terras raras \u00e9 altamente concentrada. A China responde por cerca de 60% da extra\u00e7\u00e3o e quase 90% do refino desses elementos, o que leva outras pot\u00eancias a buscar fornecedores alternativos. Desta forma, o Brasil aparece como candidato natural a suprir parte da demanda diversificada \u2013 e at\u00e9 por isso que o governo dos Estados Unidos, por exemplo, manifestou seu interesse em acessar as reservas brasileiras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entraves institucionais e sustentabilidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora disponha dos recursos minerais, o Brasil precisa enfrentar importantes entraves institucionais para viabilizar projetos de terras raras. Um dos principais \u00e9 o complexo licenciamento ambiental. A falta de clareza regulat\u00f3ria e a morosidade dos tr\u00e2mites desestimulam investimentos \u2013 atualmente, obter todas as autoriza\u00e7\u00f5es para um projeto de minera\u00e7\u00e3o pode levar at\u00e9 16 anos no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o \u00e9 infundada. A extra\u00e7\u00e3o e, principalmente, o processamento de terras raras podem gerar res\u00edduos qu\u00edmicos t\u00f3xicos e mesmo materiais radioativos, caso n\u00e3o haja controles adequados. Assim, qualquer projeto deve incorporar solu\u00e7\u00f5es de sustentabilidade desde o in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Superar os entraves institucionais requer tamb\u00e9m articula\u00e7\u00e3o entre m\u00faltiplos setores. O governo j\u00e1 reconhece que \u00e9 preciso um esfor\u00e7o integrado: recentemente, quatro minist\u00e9rios (MME, MCTI, MDIC e MF) debateram juntos os desafios das terras raras, sinalizando a necessidade imperiosa de articula\u00e7\u00e3o para destravar o setor.<\/p>\n\n\n\n<p>No Legislativo, discute-se a cria\u00e7\u00e3o de uma Pol\u00edtica Nacional de Minerais Cr\u00edticos e Estrat\u00e9gicos, para coordenar a\u00e7\u00f5es e instrumentos voltados a esses recursos. Al\u00e9m disso, minerais estrat\u00e9gicos foram inclu\u00eddos como prioridade em diversos planos federais recentes (do PAC a programas de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica), refletindo o car\u00e1ter transversal do tema.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desafios t\u00e9cnicos: separa\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No front t\u00e9cnico, o ponto crucial dos projetos de terras raras est\u00e1 no processamento e separa\u00e7\u00e3o qu\u00edmica dos elementos. Embora esses metais n\u00e3o sejam literalmente raros na natureza, eles geralmente ocorrem juntos e com propriedades semelhantes, o que torna sua separa\u00e7\u00e3o individual extremamente complexa e onerosa. \u00c9 nessa etapa que se agrega a maior parte do valor: o refino completo de um concentrado pode elevar em 20 vezes seu valor de mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil ainda engatinha nesse segmento de alta tecnologia \u2013 n\u00e3o h\u00e1, at\u00e9 o momento, plantas industriais de separa\u00e7\u00e3o de terras raras no pa\u00eds. Com isso, o padr\u00e3o tem sido exportar compostos mistos de menor valor para que a separa\u00e7\u00e3o final ocorra no exterior. Muitas empresas optam por esse caminho por falta de confian\u00e7a na capacidade local, apesar de centros de pesquisa nacionais j\u00e1 dominarem t\u00e9cnicas laboratoriais de separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para superar esse d\u00e9ficit, ser\u00e1 preciso investir de forma cont\u00ednua em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do investimento em plantas para produ\u00e7\u00e3o massiva e o desenvolvimento de fornecedores especializados. \u00a0Alguns programas de pesquisa j\u00e1 formaram especialistas e permitiram avan\u00e7os pr\u00e1ticos, como a inaugura\u00e7\u00e3o em 2024 da primeira unidade piloto para produ\u00e7\u00e3o de \u00edm\u00e3s de terras raras no pa\u00eds em Lagoa Santa, Minas Gerais. Embora de porte modesto frente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o asi\u00e1tica, essa iniciativa demonstra que \u00e9 poss\u00edvel fabricar componentes de alto valor agregado com tecnologia nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estrat\u00e9gias para viabiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em s\u00edntese, viabilizar projetos de terras raras no Brasil exige o avan\u00e7o em v\u00e1rias frentes: ser\u00e1 preciso modernizar regras, acelerando licenciamentos com seguran\u00e7a jur\u00eddica, estimular investimentos, e fortalecer a base tecnol\u00f3gica. Tamb\u00e9m \u00e9 fundamental promover a agrega\u00e7\u00e3o de valor local, garantindo que uma parcela crescente do refino e da fabrica\u00e7\u00e3o de componentes ocorra no pa\u00eds, em vez de se limitar \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o do concentrado. Dessa forma, a riqueza mineral poder\u00e1 se traduzir em riqueza industrial e tecnol\u00f3gica, gerando empregos qualificados e reduzindo vulnerabilidades externas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a demanda global em expans\u00e3o e a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica em curso, o Brasil tem em m\u00e3os uma oportunidade \u00fanica de passar de fornecedor de min\u00e9rio bruto a ator de ponta na nova economia verde. Com as terras raras, o Brasil poder\u00e1 transformar seu potencial em realidade sustent\u00e1vel, consolidando-se como protagonista global no fornecimento desses min\u00e9rios.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a Tractebel<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Tractebel \u00e9 uma multinacional de consultoria em engenharia que desenvolve solu\u00e7\u00f5es integradas para projetos sustent\u00e1veis de energia, infraestrutura, saneamento, hidrologia, geotecnia, nuclear e meio ambiente. Apoiada por 160 anos de experi\u00eancia combinados com conhecimentos locais a Tractebel \u00e9 capaz de solucionar projetos complexos orientados para neutraliza\u00e7\u00e3o de carbono. Ao conectar estrat\u00e9gia, engenharia e gest\u00e3o de projetos, a comunidade de mais de 5.600 especialistas ajuda empresas e autoridades p\u00fablicas a criar um impacto positivo em dire\u00e7\u00e3o a um mundo sustent\u00e1vel, onde as pessoas, o planeta e os neg\u00f3cios prosperam coletivamente. Possui escrit\u00f3rios na Europa, Oriente M\u00e9dio, Am\u00e9rica do Norte e do Sul, e faz parte do Grupo ENGIE, refer\u00eancia global em energia e servi\u00e7os de baixo carbono.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es visite:\u00a0<a href=\"https:\/\/tractebel-engie.com\/pt-br\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/tractebel-engie.com\/pt-br\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Adalberto Junqueira, Gestor de Unidade de Neg\u00f3cios da Tractebel Brasil, Chile e Canad\u00e1 Elementos de terras raras \u00e9 um grupo de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":71757,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6310],"tags":[],"ppma_author":[],"class_list":{"0":"post-71756","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-sustentabilidade"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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