Dados da Comparar Seguro de Viagem apontam que apenas 6% das cotações de seguro viagem têm o Brasil como destino mas com potencial de crescimento
Informações da Comparar Seguro de Viagem sobre o perfil das cotações mostram que, embora a proteção esteja fortemente associada a destinos internacionais, existe um espaço relevante para ampliar a contratação em viagens domésticas e regionais. Entre as cotações com destino identificado, a Europa lidera, respondendo por aproximadamente 45% do total. Na sequência aparecem a América do Sul, com cerca de 25%, e a América do Norte, com aproximadamente 20%. Juntas, essas três regiões concentram cerca de 90% das cotações, evidenciando a forte relação entre seguro viagem e deslocamentos internacionais.
Para Liza Nicácio, diretora de Operações da Comparar Seguro de Viagem, o cenário demonstra que o brasileiro já reconhece a importância da proteção em viagens internacionais, mas existe uma oportunidade de levar essa percepção para outros tipos de deslocamento. “Os dados mostram que o seguro viagem já faz parte do planejamento de muitos brasileiros que viajam para o exterior. O próximo passo é ampliar essa cultura de proteção e mostrar que ela também pode fazer sentido em viagens mais curtas, regionais e dentro do próprio Brasil.”
A duração das viagens também apresenta diferenças de acordo com o destino. Viagens para a Europa, por exemplo, têm duração média de aproximadamente 15 a 16 dias, enquanto os deslocamentos para a América do Sul e dentro do Brasil ficam próximos de oito dias. “O comportamento indica que viagens mais longas e distantes tendem a estimular uma maior percepção da necessidade de proteção”, afirma Liza.
Ao mesmo tempo, os dados da Comparar Seguro de Viagem apontam uma oportunidade no mercado doméstico, pois o Brasil representa cerca de 6% das cotações com destino identificado. Segundo Liza, esse cenário não representa apenas um desafio, mas também uma oportunidade de expansão para o setor. “Existe um potencial muito positivo para o seguro viagem acompanhar o crescimento do turismo doméstico. O brasileiro está viajando pelo país, fazendo viagens mais curtas e aproveitando diferentes destinos. Temos a oportunidade de mostrar que proteção e tranquilidade também podem fazer parte dessas experiências”, ressalta a especialista.
A percepção de valor do produto pode ser ampliada à medida que o consumidor compreende que imprevistos não estão necessariamente relacionados à distância do destino. Questões como problemas de saúde, cancelamentos, atrasos e perda ou extravio de bagagem podem acontecer tanto em uma viagem internacional quanto em um deslocamento dentro do país.
“Seguro viagem é, acima de tudo, uma forma de viajar com mais tranquilidade. Não importa se são duas semanas na Europa ou alguns dias em um destino brasileiro: o planejamento da viagem inclui pensar no que pode acontecer fora do roteiro. Quanto mais essa consciência cresce, maior é o espaço para o seguro fazer parte da experiência do viajante”, afirma Liza.
Nesse contexto, o mercado de seguro viagem encontra uma oportunidade de acompanhar uma transformação positiva no comportamento do consumidor: a expansão do hábito de viajar. O desafio agora é fazer com que a proteção avance junto com esse movimento e esteja presente em um número cada vez maior de viagens. “O crescimento do turismo cria uma oportunidade muito interessante para o nosso mercado. Queremos acompanhar esse brasileiro que está descobrindo novos destinos, viajando mais e valorizando cada vez mais a experiência. Ampliar o acesso e a percepção sobre o seguro viagem é um caminho natural para que essa jornada seja também mais protegida”, conclui Liza Nicácio.








