SegurançaTecnologia

Com receita de R$ 123 milhões, Oakmont reforça operação de cibersegurança e anuncia novo diretor 

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Companhia anuncia ampliação no mercado privado, fortalecimento de serviços recorrentes e aceleração de nova fase focada em proteção digital, cloud security e operações gerenciadas de segurança; meta é de crescimento de 100% em 3 anos 

A Oakmont Group anunciou uma nova fase de expansão e reposicionamento estratégico no mercado de tecnologia. Com faturamento de R$ 123,7 milhões em 2025 e meta de crescimento de 100% nos próximos três anos, a companhia quer ampliar sua atuação em cibersegurança, fortalecer sua presença em grandes contas corporativas e acelerar as ofertas ligadas à proteção digital, governança de dados, cloud security e operações gerenciadas de segurança. 

Como parte desse movimento estratégico, a companhia também anunciou a chegada de Renato Tenório para liderar a evolução da estrutura comercial e acelerar o crescimento da operação privada da companhia. O executivo acumula mais de 30 anos de experiência em tecnologia, expansão comercial e desenvolvimento de mercado, com atuação em projetos ligados à infraestrutura, transformação digital e operações de cibersegurança de empresas como Microsoft, ISH Tecnologia e Symantec.  

Com larga atuação em projetos ligados ao setor público, a Oakmont agora pretende ampliar sua participação no mercado privado. A nova estratégia visa acelerar a presença da empresa em contas privadas de maior porte e complexidade, especialmente em segmentos que ampliaram investimentos em segurança digital, proteção de dados e continuidade operacional. 

“Minha principal missão é transformar a Oakmont em uma empresa de serviços de cibersegurança cada vez mais forte no mercado privado, mantendo o crescimento da atuação no governo e ampliando nossa presença em grandes contas corporativas. O objetivo é equilibrar essa operação e acelerar uma nova fase de expansão da companhia”, afirma Renato Tenório. 

Segundo o executivo, o avanço acelerado da inteligência artificial, da digitalização das operações e da adoção de ambientes híbridos ampliou a pressão sobre empresas que ainda tratam segurança apenas como uma camada técnica ou custo operacional. 

“A onda agora é inteligência artificial. No entanto, ao mesmo tempo em que ela abre novas possibilidades de negócios, também aumenta a necessidade de proteção. As empresas passaram a investir muito rápido em IA, mas muitas ainda não estruturaram uma jornada madura de segurança, governança e proteção da informação”, ressalta o novo diretor. 

Os investimentos da nova fase da Oakmont estão concentrados na expansão comercial, fortalecimento do posicionamento estratégico e evolução das capacidades ligadas à proteção de dados, gestão de vulnerabilidades, cloud security, monitoramento contínuo e operações SOC/NOC. A companhia também vem ampliando alianças estratégicas voltadas a temas como segurança de identidade, risco humano, compliance e proteção aplicada ao uso corporativo de inteligência artificial. 

O diretor revela ainda que o foco da companhia será a estruturação do time comercial, evolução dos processos de geração de demanda, fortalecimento da atuação consultiva e maior integração entre áreas técnicas, operações e negócios. A estratégia será sustentar o crescimento de forma consistente e ampliar a relevância da companhia em projetos de maior valor agregado. 

A Oakmont também pretende acelerar a evolução do NeX, plataforma da companhia voltada à gestão contínua de operações de segurança, automação e monitoramento inteligente de ambientes corporativos. A proposta é ampliar gradualmente o portfólio de serviços gerenciados e consolidar um modelo mais integrado entre segurança, infraestrutura, dados e inteligência operacional. 

“O mercado deixou de enxergar cibersegurança apenas como um tema técnico. Hoje, proteção digital está diretamente ligada à continuidade operacional, reputação, governança e crescimento sustentável das empresas”, acrescenta Tenório. 

Segundo a companhia, um dos diferenciais competitivos da Oakmont está (e continuará sendo) na flexibilidade para integrar diferentes tecnologias, parceiros e modelos de entrega de acordo com a realidade operacional de cada cliente, conectando temas técnicos a necessidades de negócio, risco, governança e viabilidade operacional. 

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