Destaques

Advogado Daniel Romano Hajaj, especialista em Direito de Família, explica quando a ausência escolar pode trazer problemas para os pais

3 Mins read

A notificação do Conselho Tutelar envolvendo a escola das filha da influenciadora Virginia Fonseca e do cantor Zé Felipe, Maria Alice, acendeu um alerta que vai muito além das celebridades: afinal, até que ponto faltar na escola pode trazer consequências legais para os pais?

Para o advogado Daniel Romano Hajaj, especialista em Direito de Família, o caso expõe uma realidade pouco conhecida por grande parte da população brasileira. “Muitos pais ainda acreditam que a frequência escolar é uma escolha da família, mas não é. A partir dos 4 anos, a presença na escola é uma obrigação legal”, explica o advogado Daniel Romano Hajaj.

Faltar na escola pode, sim, virar problema jurídico. O tema ganhou repercussão após denúncias sobre possíveis faltas escolares recorrentes, o que levou o Conselho Tutelar a solicitar informações formais à instituição de ensino”

Ainda de acordo com o advogado, esse tipo de procedimento é mais comum do que parece — e pode atingir qualquer família. “O Conselho Tutelar atua sempre que há indícios de que um direito da criança pode estar sendo desrespeitado. A educação é um desses direitos fundamentais”, afirma o advogado Daniel Romano Hajaj.

O que acontece depois da notificação

Apesar do impacto da notícia, Daniel Romano esclarece que a notificação não significa punição imediata. “O procedimento começa com uma apuração. A escola informa a frequência, os pais podem justificar as ausências e, muitas vezes, o caso é encerrado sem maiores consequências”, elucida o advogado.

No entanto, se as faltas forem frequentes e sem justificativa, o cenário pode mudar. Daniel Romano Hajaj afirma que a situação pode evoluir em três níveis:

-Ausências justificadas → nenhum problema

-Faltas recorrentes → pais são chamados para esclarecimentos

-Persistência → possível atuação do Ministério Público

“Quando há descumprimento contínuo, pode sim haver responsabilização. O foco sempre será garantir o melhor interesse da criança”, conclui.

Advogado Daniel Romano Hajaj, especialista em Direito de Família, explica quando a ausência escolar pode trazer problemas para os pais

A notificação do Conselho Tutelar envolvendo a escola das filha da influenciadora Virginia Fonseca e do cantor Zé Felipe, Maria Alice, acendeu um alerta que vai muito além das celebridades: afinal, até que ponto faltar na escola pode trazer consequências legais para os pais?

Para o advogado Daniel Romano Hajaj, especialista em Direito de Família, o caso expõe uma realidade pouco conhecida por grande parte da população brasileira. “Muitos pais ainda acreditam que a frequência escolar é uma escolha da família, mas não é. A partir dos 4 anos, a presença na escola é uma obrigação legal”, explica o advogado Daniel Romano Hajaj.

Faltar na escola pode, sim, virar problema jurídico. O tema ganhou repercussão após denúncias sobre possíveis faltas escolares recorrentes, o que levou o Conselho Tutelar a solicitar informações formais à instituição de ensino”

Ainda de acordo com o advogado, esse tipo de procedimento é mais comum do que parece — e pode atingir qualquer família. “O Conselho Tutelar atua sempre que há indícios de que um direito da criança pode estar sendo desrespeitado. A educação é um desses direitos fundamentais”, afirma o advogado Daniel Romano Hajaj.

O que acontece depois da notificação

Apesar do impacto da notícia, Daniel Romano esclarece que a notificação não significa punição imediata. “O procedimento começa com uma apuração. A escola informa a frequência, os pais podem justificar as ausências e, muitas vezes, o caso é encerrado sem maiores consequências”, elucida o advogado.

No entanto, se as faltas forem frequentes e sem justificativa, o cenário pode mudar. Daniel Romano Hajaj afirma que a situação pode evoluir em três níveis:

-Ausências justificadas → nenhum problema

-Faltas recorrentes → pais são chamados para esclarecimentos

-Persistência → possível atuação do Ministério Público

“Quando há descumprimento contínuo, pode sim haver responsabilização. O foco sempre será garantir o melhor interesse da criança”, conclui.

Related posts
Destaques

Elenizia Delgado: 44 anos de tarô, ética e experiência

1 Mins read
Há 44 anos, Elenizia Delgado dedica-se ao tarô, construindo uma trajetória marcada pela experiência, pela discrição e pelo respeito à individualidade de…
Destaques

GoldKo abre primeira loja do Ceará: unidade de Fortaleza é a 37ª da rede no Brasil

2 Mins read
Reconhecida por entregar a tecnologia de sabor que a indústria dizia ser impossível de fazer sem adição de açúcares, a marca inicia…
Destaques

Decisão do STF sobre justiça gratuita muda análise das empresas em ações trabalhistas

2 Mins read
A decisão do Supremo Tribunal Federal na ADC 80, que estabeleceu novos parâmetros para a concessão da justiça gratuita, muda um ponto…