Gastronomia

Ale Monteiro aposta na comunicação estratégica para impulsionar quiosques e restaurantes

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Com foco na experiência do consumidor, jornalista propõe novo modelo de gestão de marca e relacionamento com o público no setor de gastronomia

O jornalista e produtor cultural Alessandro Monteiro, conhecido por sua atuação no Carnaval carioca e na produção de eventos culturais, está direcionando sua expertise para o mercado gastronômico com uma proposta voltada à eficiência da comunicação e ao posicionamento estratégico de quiosques e restaurantes do Rio de Janeiro.

A movimentação acontece num momento em que o setor de bares e restaurantes, embora em recuperação pós-pandemia, ainda enfrenta desafios em relação à fidelização de clientes e à competitividade de mercado. Segundo Ale, muitos estabelecimentos continuam operando com uma comunicação engessada, pouco conectada ao perfil real de consumo do público atual.

“Boa parte das campanhas são frias, genéricas e sem interação. Muitos negócios sequer sabem com quem estão falando. O cliente quer ser escutado e ter uma boa experiência, não apenas consumir”, explica. Com base nessa análise, ele propõe uma reestruturação que inclui fortalecimento da identidade visual, marketing digital direcionado e redes sociais operando como canal ativo de relacionamento.

Além de cuidar da parte estratégica, Ale também acompanha o funcionamento diário das casas que assessora — da agenda musical até eventos e aniversários — reforçando um modelo de gestão mais integrado, no qual comunicação, operação e atendimento caminham juntos.

“É um trabalho de presença e constância. A demanda cresce a cada dia e exige agilidade. Não basta apenas publicar posts: é preciso saber o que o público quer e como quer ser atendido”, reforça.

A proposta não é apenas estética, mas também econômica. Ao melhorar o posicionamento da marca e a comunicação com o consumidor, os negócios conseguem aumentar o fluxo de clientes, otimizar seus serviços e, por consequência, ampliar o faturamento.

“Comida está ligada ao afeto, ao acolhimento. Isso tem valor simbólico e financeiro. Uma marca que entende isso consegue crescer de forma mais sólida. O cliente satisfeito retorna e recomenda”, conclui Ale.

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