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Aumento na bandeira vermelha ressalta a dependência das termelétricas e a importância do investimento em energia solar

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Reajuste tarifário de 52% é reflexo da baixa utilização de fontes renováveis para abastecimento e consequente dependência de hidro e termelétricas
Por: JB Press House
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste na bandeira vermelha patamar 2 – cobrança que é feita nas contas de luz quando há aumento no custo de produção de energia. Uma alta que vai custar 52% a mais aos consumidores, passando de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos.

Isso acontece, segundo a Aneel, em razão da intensidade da estação seca nas regiões em que se situam as hidrelétricas do país. Com os baixos níveis dos reservatórios, é inerente a queda da produção hídrica e, consequentemente, o aumento no uso das termelétricas, com projeção de que o reajuste seja aplicado nas contas de julho a novembro deste ano.

“A preocupação com o meio ambiente e, consequentemente, com a busca por fontes de energia sustentáveis não são questões novas, mas o momento atual reforça a necessidade de se investir em opções mais limpas e menos onerosas para o consumidor final”, ressalta Javier Reclusa, CEO da STI Norland – uma das líderes globais na fabricação e instalação de trackers, utilizados nas usinas de energia solar.

Essa discussão, que chega em um momento de pandemia, alerta, mais uma vez, não só para o uso consciente de energia como também para o investimento na produção de energias renováveis, como a solar, que custa mais barato e não depende do volume de chuvas para ser produzida.

Felizmente, o Brasil é um país com muito potencial de geração de energia fotovoltaica, que é a mais abundante do planeta. Um exemplo disso é que a STI Norland foi reconhecida como a principal fornecedora de trackers do Brasil, com participação em 70% do mercado, e de 35% na América Latina, de acordo com o relatório “Global Solar PV Tracker Market Share 2021”, publicado pela consultoria britânica Wood Mackenzie, se consolidando na 5ª posição do ranking mundial das principais empresas do setor.

Sobre a STI Norland Brasil

A STI Norland é a maior fornecedora de rastreadores solares da América Latina e uma das empresas que mais cresce na Europa, segundo ranking da Financial Times. A companhia espanhola focada em energia limpa e renovável possui filiais em 8 países em 5 continentes. Dentre elas, a brasileira é uma das de maior destaque. Com sua chegada ao Brasil em 2015, instalou-se em São Paulo (SP), tendo sua fábrica localizada em Camaçari (BA). Atualmente, esta filial é considerada líder no setor de energia solar fotovoltaica no hemisfério sul, de acordo com a Wood Mackenzie e continua em ascensão com projetos de todas as dimensões.

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