Saúde

Canetas emagrecedoras: especialista explica funcionamento, diferenças e cuidados necessários

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No episódio mais recente do Plantão Doutor TV, o gastroenterologista Dr. Jimi Scarparo abordou o crescente uso das chamadas canetas emagrecedoras, explicando como funcionam, quais são suas diferenças e os cuidados essenciais para que o tratamento seja seguro e eficaz.

 “As canetas emagrecedoras atuam regulando o apetite e promovendo saciedade. Elas podem ser aliadas no processo de emagrecimento, mas seu uso deve ser sempre acompanhado por um profissional de saúde, aliado a hábitos saudáveis”, explica Dr. Jimi Scarparo.

O que são e como funcionam?

As canetas emagrecedoras são medicamentos injetáveis que atuam na regulação do apetite e no metabolismo. Inicialmente desenvolvidas para tratar diabetes tipo 2, elas ganharam destaque no combate à obesidade, ajudando na redução de peso ao aumentar a sensação de saciedade e controlar a ingestão alimentar.

Principais tipos e diferenças

Dr. Jimi Scarparo destacou as opções mais utilizadas:

  • Ozempic (semaglutida): indicado para controle glicêmico em diabetes tipo 2 e auxiliar na perda de peso.
  • Wegovy (semaglutida em doses mais altas): aprovado especificamente para tratamento da obesidade.
  • Mounjaro (tirzepatida): atua em dois hormônios (GLP-1 e GIP), promovendo maior eficácia no emagrecimento e controle metabólico.

“Cada medicação tem indicações específicas e deve ser individualizada pelo médico, considerando o histórico e necessidades do paciente”, afirma Dr. Jimi.

Benefícios e limitações

As canetas promovem saciedade, ajudam a reduzir a ingestão calórica e podem melhorar parâmetros metabólicos como glicemia e colesterol. Entretanto, Dr. Jimi ressalta que os melhores resultados vêm quando o tratamento é aliado a mudanças no estilo de vida, como dieta balanceada e prática regular de exercícios. Sem isso, o risco de reganho de peso é alto.

Cuidados e riscos

O especialista alerta que o uso inadequado ou sem supervisão médica pode gerar efeitos adversos, como náuseas, vômitos e distúrbios gastrointestinais. Em casos mais raros, podem ocorrer alterações hormonais ou pancreatite.

 “O acompanhamento médico é essencial para garantir segurança e eficácia. Automedicação é um risco sério à saúde”, reforça Dr. Jimi Scarparo.

Sobre o Dr. Jimi Scarparo

Jimi Scarparo é médico especializado em endoscopia, professor, palestrante e gestor. É diretor técnico da Clínica e Hospital Dia Scarparo Scopia, e membro titular da SOBED, FBG e SBCBM. Com abordagem minimamente invasiva, dedica-se ao combate à obesidade, promovendo perda de peso segura e duradoura, aliada à recuperação da saúde física e emocional. Seu trabalho transforma vidas por meio da mudança real de estilo de vida.

Fonte: Doutor TV | YouTube

Dr. Jimi Scarparo | @dr.jimiscarparo

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