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Conta de energia mais cara impulsiona busca da indústria por eficiência energética

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Com a conta de luz 18,75% mais cara para indústrias e empresas, a tecnologia se tornou uma aliada para equilibrar eficiência e consumo de energia elétrica  

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou aumento de 18,75% no preço da energia elétrica para consumidores de alta tensão, como grandes indústrias e empresas. Com a conta mais cara, a tecnologia se tornou uma aliada das companhias para equilibrar produtividade e eficiência energética. Para Giordania Tavares, CEO da Rayflex, líder brasileira na fabricação de portas rápidas industriais, desenvolvidas para segurança e agilidade operacional, o impacto no consumo de energia se tornou um fator determinante para as empresas. 

“O recente aumento na conta de energia obriga as empresas a reavaliarem o portfólio de soluções buscando oportunidades para aplicar novas máquinas e equipamentos que consigam auxiliar nesta questão. A eficiência energética se tornou um dos elementos que influenciam na taxa de retorno sobre o investimento, visto que a tendência é que a energia fique cada vez mais cara e mesmo aquela gerada por energia solar precisa ser utilizada sob o princípio da eficiência, fazendo mais com menos”, avalia a CEO. 

A CEO complementa ainda que, para indústrias em que a temperatura é primordial para a qualidade dos produtos, como no setor de alimentos perecíveis ou frigoríficos, além do consumo de energia, as portas rápidas respondem à um problema global: o desperdício. Até 2030, uma das metas da Organização das Nações Unidas (ONU) é reduzir pela metade o desperdício global de alimentos per capita, incluindo as cadeias de produção e abastecimento associados a falhas de armazenamento e ao controle inadequado de temperatura. 

“As portas rápidas industriais, presentes nas cadeias produtivas de todo o Brasil, são mais do que barreiras de entrada e saída, são uma forma de isolamento térmico que reduzem a perda de ar resfriado e economizam energia em ambientes climatizados ou câmeras frias. Esse fator é um importante aliado das empresas para manter o alto nível de entrega, mas mantendo o consumo de energia controlado e, consequentemente, os custos atrelados a isso reduzidos, impactando positivamente nas despesas da operação”, explica Giordania. 

Para as empresas que desejam reduzir desperdícios e ampliar lucro em margens constantemente pressionadas pela elevação de custo na matriz energética, por exemplo, investir em tecnologias que reduzam perdas energéticas deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ser uma necessidade estratégica para garantir eficiência, produtividade, sustentabilidade e redução de custos no longo prazo. “Hoje, apesar dos leilões de energia e das fontes renováveis, é importante se guiar pelo princípio da economicidade e do custo-benefício a fim de ter retornos palpáveis e duradouros”, conclui a CEO da Rayflex.

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