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Energia solar vs. Energia hidrelétrica: afinal, qual traz mais vantagens para o meio ambiente

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POR: JB Press House

A geração de energia limpa de fontes renováveis vem crescendo exponencialmente no Brasil. Atualmente 60% da energia vem das hidrelétricas – há 20 anos esse número chegava aos 90% – e ainda que represente apenas 1,8% da matriz energética do Brasil, a energia oriunda do sistema fotovoltaico é a que registra o melhor crescimento no país, com uma expansão de 70% no último anos, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). “A projeção é de que a energia solar tenha um crescimento acelerado, especialmente pela crise hídrica pela qual estamos passando”, comentou o CEO da STI Norland, Javier Reclusa.

Apesar de ser uma fonte limpa de geração de energia, as hidrelétricas trazem prejuízos para o meio ambiente, pois geram grandes desmatamentos e danos à flora e fauna com suas áreas de alagamento, e também para a população local, que precisa se realocar. Além disso, a decomposição da matéria orgânica do corte das árvores e do carbono presente no solo ocasiona a formação de gás carbônico e metano, nocivos para a atmosfera e para o meio ambiente.

A energia solar e a energia eólica são fontes renováveis e sustentáveis. A energia solar fotovoltaica precisa apenas do sol para produzir energia elétrica, enquanto a eólica gera energia através do movimento de grandes turbinas pelo vento. De acordo com a Associação Brasileira da Energia Eólica, atualmente, a energia oriunda dos ventos representa 10,3% da matriz elétrica nacional.

As usinas fotovoltaicas estão em expansão graças ao barateamento das tecnologias e ao desenvolvimento de produtos nacionais. O território brasileiro, como um todo, tem um excelente índice de insolação, e atualmente, a região Nordeste é considerada a com o maior potencial de implantação de usinas de energia solar no país. Segundo projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a energia solar deve atingir 12,56 gigawatts (GW) de capacidade instalada de projetos de geração de energia solar fotovoltaica ainda em 2021, se consolidando como um dos mercados de energia renovável que mais cresce no Brasil.

Atualmente a STI é a empresa que mais fornece rastreadores solares na América Latina. Em 2020, a organização, de origem espanhola, alcançou 70% da participação de mercado do setor de energia solar do país. A condição se estende a todo o hemisfério sul, conforme o relatório “Global solar PV tracker market share 2021”, publicado pela consultoria britânica Wood Mackenzie.

Sobre a STI Norland Brasil

A STI Norland é a maior fornecedora de rastreadores solares da América Latina e uma das empresas que mais cresce na Europa, segundo ranking da Financial Times. A companhia espanhola focada em energia limpa e renovável possui filiais em 8 países em 5 continentes. Dentre elas, a brasileira é uma das de maior destaque. Com sua chegada ao Brasil em 2015, instalou-se em São Paulo (SP), tendo sua fábrica localizada em Camaçari (BA). Atualmente, esta filial é considerada líder no setor de energia solar fotovoltaica no hemisfério sul, de acordo com a Wood Mackenzie e continua em ascensão com projetos de todas as dimensões.

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