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Interesse pelo uso de imóvel como fonte para capital de giro cresce 62% em 2025

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Créditos da foto: Divulgação
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De acordo com dados da Rooftop, estratégia atrai empresários em busca de liquidez sem abrir mão do patrimônio

Em meio a um cenário econômico desafiador, estrelado por juros altos e a rigidez das políticas de crédito bancário, a busca pelo uso de imóvel como fonte para capital de giro cresceu 62% em 2025, de acordo com dados da Rooftop – startup pioneira em entregar soluções imobiliárias para proprietários de imóveis residenciais de alto padrão com necessidade de liquidez de capital. Os números mostram ainda que esta é uma estratégia que tem se popularizado entre empresários brasileiros que estão em busca de capital de giro para manter ou expandir suas operações, sem comprometer o controle do negócio ou recorrer a empréstimos com taxas de juros de 50% ao ano.

Os dados são baseados no aumento da busca e adesão do principal produto da startup, o HomeCash, comparando o mesmo período de 2024 e 2025. De acordo com Daniel Gava, fundador e CEO da Rooftop, a conjuntura econômica do país faz com que o crédito convencional seja impraticável para boa parte dos empresários, abrindo espaço para formas alternativas de levantar verba. “Muitas vezes, a propriedade de um imóvel pode ser a chave para obter o capital necessário com agilidade, sem recorrer às condições voláteis oferecidas pelos bancos. Mas, como sabemos, nem sempre a venda do imóvel é feita de forma rápida. Muitas vezes, ela pode nem mesmo acontecer por livre escolha. Esse é um dos motivos por que já existem soluções no mercado que oferecem uma forma de acessar de forma imediata esse patrimônio imobiliário, mas sem que seja necessário optar por se desfazer de forma definitiva, caso essa não seja a intenção do proprietário.” explica. 

Dados do Banco Central do Brasil expõem que as taxas de juros no capital de giro pós-fixado podem ultrapassar 48% ao ano. Isso sem contar a imprevisibilidade embutida em contratos atrelados à Selic, ao IPCA ou à Taxa Referencial (TR), que sofrem ajustes constantes conforme o ambiente macroeconômico. A exposição a essas variações eleva o risco de endividamento a níveis perigosos, especialmente para empreendedores que operam no limite da margem financeira.

“Ao recorrer a estratégias fora do circuito bancário tradicional, como o uso de imóveis residenciais próprios, é possível realizar transações com custos até 35% mais baixos do que os praticados em operações convencionais encontradas nos bancos”, explica Gava. “Além disso, evita-se a exposição às flutuações das taxas básicas de juros e índices econômicos, o que garante maior previsibilidade no planejamento financeiro”, complementa o executivo. 

Sobre a Rooftop 

Rooftop é uma proptech pioneira em oferecer soluções imobiliárias para proprietários de imóveis residenciais de alto padrão com necessidade de liquidez de capital, através do produto HomeCash. Fundada em 2020, é liderada por Daniel Gava, responsável por realizar a estruturação de fundos imobiliários listados na B3, como o ROOF11 e o HOMS11, atraindo grandes investidores institucionais e profissionais do Brasil. 

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