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Marcas próprias crescem 15% em 2 anos e puxam nova fase do varejo brasileiro

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Com crescimento de dois dígitos no país, mercado de private label impulsiona a Milho de Ouro, fabricante especializada em snacks que atende redes como Br Mania, Slice, Supley e importantes redes varejistas

O mercado de marcas próprias no Brasil vive o melhor momento de sua história. Segundo a Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO), os produtos de private label cresceram acima da média do varejo nos últimos anos e já representam cerca de 10 á 12%  das vendas totais do setor no país, participação que segue em expansão. Globalmente, a tendência é ainda mais consolidada: na Suíça, as marcas próprias respondem por mais de 50% das vendas do varejo alimentar, enquanto no Reino Unido a participação gira em torno de 45%, demonstrando o potencial de expansão desse mercado, segundo dados da Private Label Manufacturers Association (PLMA).
 

É nesse mercado em aceleração que a Milho de Ouro, indústria paulista especializada na fabricação de snacks, completa 15 anos de atuação em private label com uma carteira que inclui redes como Slice, Fertutti, Supermercado Chama, Suppley, Bem barato e Br Mania, entre outras. A empresa opera no varejo brasileiro, desenvolvendo e produzindo produtos exclusivos para marcas que preferem terceirizar a fabricação a um especialista do setor. 


“Desde a sua origem, a Milho de Ouro produz para marcas próprias. Nos últimos anos, acompanhando a forte expansão do mercado de private label no Brasil, ampliamos nossa carteira e hoje atendemos empresas de diversos segmentos do varejo, alimentação e conveniência”, explica Pedro Rodrigues, diretor comercial da Milho de Ouro.

A lógica por trás do crescimento das marcas próprias


A expansão das marcas próprias no Brasil não é casual. De um lado, consumidores mais atentos ao custo-benefício dos produtos. De outro, varejistas que enxergaram nas marcas exclusivas uma alavanca de margem e fidelização. Segundo levantamento da Nielsen, produtos de marca própria cresceram mais de 15% em volume nos últimos dois anos no Brasil, puxados principalmente pelas categorias de alimentos e higiene pessoal.

Para as empresas que embarcam nessa estratégia, o caminho passa necessariamente por parceiros industriais especializados. “Empresas que trabalham com marcas próprias normalmente atuam em diferentes categorias de produtos. Para um varejista, seria inviável manter fábricas próprias para produzir toda essa diversidade. O modelo se torna muito mais eficiente quando cada categoria é desenvolvida por uma indústria especialista, que domina os processos produtivos e garante qualidade em toda a linha”, explica Rodrigues.

Padrão exigido por redes globais como referência de qualidade

Um dos diferenciais que a Milho de Ouro construiu ao longo de sua trajetória foi o padrão de qualidade desenvolvido para atender redes com exigências globais. Essa experiência moldou os processos internos da indústria e passou a beneficiar todos os seus parceiros. 

“Nosso papel vai muito além da fabricação. Trabalhamos como parceiros estratégicos, ajudando as empresas a transformarem oportunidades de mercado em produtos alinhados às expectativas dos consumidores. A marca própria deixou de ser apenas uma alternativa de custo e passou a ser uma ferramenta de negócio.”, destaca o diretor comercial.

Estrutura completa do conceito ao ponto de venda


A Milho de Ouro oferece aos seus parceiros uma estrutura que cobre todo o ciclo de desenvolvimento de um produto de marca própria, passando pelo controle de qualidade e pela gestão do abastecimento. Para as marcas contratantes, a continuidade do fornecimento é tão crítica quanto a qualidade do produto em si. Rupturas nas gôndolas afetam diretamente a experiência do consumidor e a rentabilidade do parceiro varejista.


Com processos estruturados, capacidade de desenvolver receitas e embalagens personalizadas e um histórico de mais de três décadas produzindo snacks, a Milho de Ouro acompanha a expansão do setor e investe em inovação e tecnologia para sustentar o crescimento de uma das tendências mais consistentes do varejo brasileiro.

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