Marketing

Marketing de Experiência é relevante e memorável

2 Mins read

*Por Jorge Nahas

Marketing de Experiência não é uma tendência, mas sim um imperativo para o  século XXI. Na era da tecnologia, da modernidade líquida, precisamos criar momentos concretos, reais,  que se passem longe de uma tela e façam os corações baterem mais rápido. Dentre os preceitos, estão: promover marcas por meio de sensações e de relacionamento; fazer com que elas participem da vida do consumidor de forma integrada, interessante e emocionante; criar novos hábitos de consumo; investir onde seu público-alvo gasta seu tempo de lazer; proporcionar experiências emocionantes e divertidas ligadas ao DNA da empresa, produto ou serviço e permitir que as pessoas expressem seus valores através do consumo. Essa prática vem marcando presença com força no mercado corporativo, mostrando-se um elemento altamente eficaz para demonstrar reconhecimento pelos colaboradores ou fortalecer relacionamentos com clientes. Muito melhor do que presenteá-los com artigos comuns, que podem ser encontrados em qualquer loja, é oferecer-lhes uma experiência única, customizada conforme seus interesses.

A missão é quebrar a rotina e proporcionar momentos diferenciados como: sentir novas sensações, tocar os céus em um maravilhoso voo de balão, mergulhar em uma praia paradisíaca, explorar a natureza, desafiar a velocidade, ou simplesmente passar um  dia em um dos spas mais luxuosos do país.

A CLT hoje abre um cenário bastante favorável ao Marketing de Experiências, pois permite que empresas premiem livremente seus colaboradores sem incidência de reflexos trabalhistas, da contribuição previdenciária e do FGTS, o que traz impactos bastante positivos. O maior deles é a transformação cultural das empresas, que podem investir mais em incentivos, premiações e bonificações, como as experiências.

Isso favorece o estabelecimento de um sistema meritocrático mais justo e favorável, pois a premiação será paga caso o funcionário entregue resultados e cumpra as metas estabelecidas. Assim, há uma relação ganha-ganha, em que ambos os lados, empresas e colaboradores, se esforçam mais para surpreender e sair da zona de conforto.

Lembramos que uma boa experiência se torna um momento inesquecível e pode transformar a vida. Um produto, não. Quando um colaborador é presenteado com uma viagem de curta duração, por exemplo, tem a chance de sair da rotina, conhecer um lugar novo, experimentar novos sabores.

 Associando sua marca a momentos de prazer, alegria e renovação, a empresa consegue transmitir seus valores e engajar ainda mais seus colaboradores, que contam com uma razão adicional para realizar um bom trabalho, ou até mesmo encantar sua base de clientes, alimentando um relacionamento próximo e duradouro. Isso gera um valor imensurável, infinitamente maior do que o investido para proporcionar a vivência em questão. Por isso, afirmo sem pestanejar: O Marketing de Experiências é a tendência do momento!

*Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor da Vida.

 

Sobre O Melhor da Vida

Há 15 anos no mercado, O Melhor da Vida é uma empresa especializada na oferta de experiências diferenciadas como forma de presentear. As mais de três mil experiências oferecidas pela empresa se dividem nas categorias esportiva, gastronômica, cultural, diversão, zen e viagem, e estão disponíveis em 55 cidades brasileiras. Primeira empresa do gênero na América Latina, a empresa é líder em seu segmento de atuação. Para saber mais acesse www.omelhordavida.com.br.

Related posts
Marketing

Meta lança AI Mode: quais os impactos ao marketing corporativo?

2 Mins read
Por Renato Sobrinho A forma como as pessoas encontram informações na internet está passando por uma nova transformação. Depois de décadas em…
LuxoMarketing

Antes de ser sinônimo de luxo, Rolex foi um experimento de marketing

1 Mins read
Por David Bydlowski, CEO da Rosh Você sabe qual foi um dos primeiros testes de naming da história? Provavelmente a Rolex, em…
Marketing

Quando a bola para, a mídia acelera: a Copa como gatilho para o real-time marketing

4 Mins read
Fernanda Acacio* Há algum tempo o mercado opera com uma premissa que já não se sustenta, mas que ainda persiste: a ideia…