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Mercado imobiliário de bem-estar mantém crescimento de 15% ao ano e deve atingir US$ 1,1 trilhão até 2029

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Salto de US$ 584 bilhões em 2024 para US$ 673 bilhões em 2025 posiciona o setor para iniciar 2026 consolidado como a classe de ativos mais resiliente do alto padrão

O mercado imobiliário de bem-estar (wellness real estate) consolidou-se em 2026 como o segmento de maior aceleração dentro do setor de alto padrão global. O setor, que encerrou 2024 avaliado em US$ 584 bilhões, avançou 15,2% para fechar o ciclo de 2025 com uma movimentação de US$ 673 bilhões. 

Essa trajetória confirma uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 15,8%, sustentando a projeção oficial do Global Wellness Institute (GWI) de romper a barreira de US$ 1,1 trilhão até 2029. Para 2026, a expectativa é que o segmento alcance os US$ 770 bilhões em escala global, impulsionado por um consumidor que passou a tratar a moradia como uma ferramenta de saúde preventiva e longevidade.

Brasil e restante da América Latina entre os destaques em wellness real estate do mundo

Na América Latina, os indicadores de fechamento de 2025 confirmam a região como o polo de crescimento mais agressivo do mundo, com uma expansão anual de 24%. Esse avanço reflete uma mudança estrutural na demanda: a sofisticação imobiliária deixou de ser puramente estética para se tornar um ativo de “engenharia da longevidade”, onde a gestão de variáveis biológicas dita o valor do metro quadrado.

Já em um recorte nacional, o Brasil posiciona-se como o protagonista absoluto desta expansão regional. A força do mercado brasileiro é evidenciada pelo “sobrepreço de bem-estar”: imóveis com este perfil no país já apresentam um valor de mercado entre 10% e 25% superior ao de lançamentos tradicionais em regiões de alta demanda, consolidando o segmento como o principal vetor de concentração de capital em 2025. 

A tendência acompanha a maturidade de um comprador que, em centros urbanos densos, busca ativos que garantam não apenas valorização financeira, mas resiliência patrimonial através do conforto térmico, acústico e da integração com áreas verdes.

“Wellness premium” se consolida como métrica de liquidez

O início de 2026 marca a maturação do chamado “Wellness Premium” como indicador financeiro de liquidez. Levantamentos realizados ao final de 2025 apontam que unidades residenciais com foco em saúde humana — que incorporam sistemas de purificação de ar, iluminação circadiana e acústica de alta performance — registram uma valorização de revenda significativamente superior à média do mercado de luxo tradicional.

Diferente dos ciclos anteriores, a competitividade no setor em 2026 é medida pela capacidade técnica do edifício em reduzir níveis de cortisol e melhorar a saúde metabólica dos ocupantes. Nesse contexto, ativos imobiliários que possuem certificações focadas em bem-estar apresentam taxas de vacância substancialmente menores e uma velocidade de vendas (VSO) superior à da construção civil convencional.

Plaenge aplica padrões técnicos globais no mercado brasileiro

O Grupo Plaenge tem liderado a implementação desta tese no Brasil através da integração de certificações internacionais de sustentabilidade e saúde em seus projetos de maior VGV. O empreendimento Landhaus, em Curitiba, encerrou 2025 como um marco estratégico ao conquistar o Selo EDGE, que exige economia mínima de 20% em recursos naturais, além de preservar um bosque nativo de 16 mil m².

A estratégia da companhia para os próximos anos foca em transformar o ambiente doméstico em um laboratório de saúde habitacional. Lançamentos como o Artesano (Londrina) e o Scenarium (Campo Grande) utilizam a neuroarquitetura e o design biofílico para mitigar ilhas de calor e otimizar o conforto sensorial dos moradores. Ao unir alta tecnologia de construção com o foco em longevidade, a Plaenge posiciona seus ativos para capturar a valorização exponencial que define o setor no cenário atual.

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