O luxo imobiliário global parou de focar no tamanho e no status e passou a auditar a qualidade da água e do ar. Com os recordes da crise climática e as oscilações na tarifa de energia, o Auris Residenze, projeto do Fischer Group de Balneário Camboriú, SC, aposta em purificadores de água e de oxigênio de padrão clínico no empreendimento e assinatura italiana de um dos maiores nomes da arquitetura sustentável, Marco Casamonti.
As preocupações com as mudanças climáticas, certificações verdes e práticas ESG estão influenciando cada vez mais as decisões dos consumidores de luxo no mercado imobiliário conforme o recente relatório divulgado sobre concentração de riqueza (edição de 2025) da global Knight Frank. A importância das certificações verdes é citada por 53% dos respondentes da pesquisa sobre investidores imobiliários.
Levantamento da ADIT Brasil e da Brain Inteligência Estratégica atesta que no país 50% dos desenvolvedores de alto padrão do país já obtêm retorno financeiro direto ao aplicar métricas sustentáveis nos empreendimentos.
O Fischer Group, no litoral catarinense, inovou ao trazer a sustentabilidade ao Auris Residenze, o primeiro edifício-árvore do país em um projeto que contempla uma torre de 130 metros de altura pelo da orla de Balneário Camboriú. A construtora investe na arquitetura futurista e biofílica assinada pelo italiano Marco Casamonti, do escritório Archea Associati, como ativo de diferenciação financeira e o novo luxo focado em saúde.
Casamonti possui um portfólio global de projetos emblemáticos pautados na eficiência operacional sustentável. Na Itália, o arquiteto assina a Cantina Antinori, uma megaestrutura vinícola construída dentro de uma colina na Toscana. O projeto utiliza a inércia térmica da própria terra para manter a temperatura interna cravada em 17ºC, eliminando a dependência de refrigeração artificial intensiva e reduzindo drasticamente os custos de operação.
A mesma lógica de “escudo climático” ancora à engenharia do Auris Residenze, já com pré-certificação WELL e LEED mesmo antes do início das obras. A fachada projetada por Casamonti bloqueia 16% da incidência solar, o que diminui o uso de ar-condicionado em 42% e reduz o consumo total de energia do prédio em 26%. O edifício embarca tecnologia clínica na planta civil, com um sistema central que filtra a água de todas as torneiras e injeta oxigênio purificado nos dutos dos 26 apartamentos de luxo.
“O capital investidor e o morador hoje exigem sustentabilidade, eles não compram mais apartamentos e sim longevidade. Com grande parte dos fundos familiares globais hoje baseando suas compras no impacto ambiental, o Fischer Group traz essa tendência ao país em um projeto inovador com assinatura de Marco Casamonti. A arquitetura e a eficiência do Auris Residenze operam como âncoras para valorização superior e qualidade de vida”, explica o diretor do Fischer Group, Thomas Fischer.








