Saúde

Primeiras canetas de liraglutida 100% brasileiras (OLIRE® e LIRUX®) chegam às farmácias em 04/08

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OLIRE® e LIRUX®, produzidas na única fábrica de peptídeos do Brasil, estarão disponíveis em grandes redes com preços a partir de R$ 307,26; com previsão de produção de 500 mil unidades em um ano

31 de julho de 2025 – A partir do dia 4 de agosto, próxima segunda-feira, a EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, inicia as vendas das primeiras canetas de liraglutida produzidas integralmente no país. OLIRE®, indicada para o tratamento da obesidade, e LIRUX®, para o controle do diabetes tipo 2, chegam inicialmente às redes Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco. Os produtos já estão nos centros de distribuição dessas redes e estarão disponíveis para venda nos sites e em parte das lojas físicas do Sul e Sudeste do país, com expansão gradual para as demais clientes regiões ao longo das próximas semanas.

Um total de 100 mil canetas de OLIRE® (embalagens com 1 ou 3 unidades) e 50 mil canetas de LIRUX® (embalagens com 1 ou 2 unidades) estarão disponíveis nas quatro redes farmacêuticas. OLIRE® e LIRUX® terão preços sugeridos a partir de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (LIRUX® com 2 canetas) e R$ 760,61 (OLIRE® com 3 canetas). Os consumidores que fizerem parte do programa EMS Saúde (Vida + Leve), uma iniciativa da EMS que visa oferecer descontos em medicamentos e suporte para pacientes durante o tratamento de diversas condições de saúde, terão direito a 10% de desconto nos itens. Até o final deste ano, 250 mil unidades deverão estar disponíveis no varejo, chegando a 500 mil canetas até o mês de agosto de 2026.

Produção 100% nacional – A EMS investiu mais de R$ 1 bilhão para viabilizar a produção das canetas com a inauguração, em 2024, da primeira e única fábrica de peptídeos do país. Localizada em Hortolândia (SP), a planta é equipada com tecnologia de ponta e alto grau de automação, com capacidade inicial para produzir 20 milhões de canetas injetáveis por ano, e possibilidade de dobrar a produção para 40 milhões.

Para Carlos Sanchez, presidente da EMS, o lançamento de OLIRE® e LIRUX® inaugura uma nova etapa para a companhia e para o setor farmacêutico brasileiro. “Estamos consolidando a capacidade do país de desenvolver e fabricar medicamentos de alta complexidade, com tecnologia própria e competitividade global. Este movimento fortalece nossa liderança e amplia o acesso a terapias modernas. Em até oito anos, projetamos gerar cerca de US$ 2 bilhões em receita no exterior e outros US$ 2 bilhões no Brasil, consolidando a EMS em mercados estratégicos.”

A liraglutida foi uma das primeiras moléculas da classe dos análogos de GLP-1 a demonstrar benefícios consistentes no controle do peso, da glicemia e da saúde cardiovascular. “A EMS tem como compromisso ampliar o acesso da população brasileira a tratamentos modernos e eficazes. Com a produção nacional de OLIRE® e LIRUX®, oferecemos alternativas seguras e de alta qualidade para o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, desenvolvidas com tecnologia de ponta e em conformidade com os mais altos padrões internacionais”, afirma Iran Gonçalves Jr., diretor médico da EMS.

O diretor médico acrescenta que essa inovação é estratégica para a indústria nacional. “Nosso investimento na primeira fábrica de peptídeos do país é também um legado. Com a rota produtiva via síntese química, garantimos pureza, consistência e escala para atender a crescente demanda por terapias inovadoras que impactam diretamente a saúde pública”, completa.

Com OLIRE® e LIRUX®, a EMS acelera sua expansão em um dos setores mais estratégicos da saúde, assumindo protagonismo em um mercado que já movimenta mais de R$ 6 bilhões por ano. A companhia também se prepara para lançar a semaglutida em 2026, após o vencimento da patente no país, ampliando sua atuação no mercado de tratamentos para obesidade e diabetes tipo 2 — dentro e fora do Brasil.

Da molécula ao medicamento: tecnologia em cada etapa

O diferencial tecnológico de OLIRE® e LIRUX® está na utilização da rota produtiva por síntese química de peptídeos — uma técnica avançada em que aminoácidos, pequenos blocos estruturais das proteínas, são ligados um a um, de forma controlada e na ordem exata, até formar a molécula final da liraglutida. Esse processo de alta precisão garante elevado grau de pureza, rendimento e segurança, além de permitir um controle rigoroso de qualidade em todas as etapas, desde a seleção da matéria-prima até a entrega do produto acabado. Toda a produção segue os padrões internacionais definidos pela FDA (Food and Drug Administration) para medicamentos inovadores, assegurando excelência técnica e confiabilidade.

Sobre a EMS

A EMS é o maior laboratório farmacêutico do Brasil, líder de mercado há 19 anos consecutivos, e pertencente ao Grupo NC. Com mais de 60 anos de história e 7,3 mil colaboradores, atua nos segmentos de prescrição médica, genéricos, medicamentos de marca, OTC e non-retail, fabricando produtos para praticamente todas as áreas da medicina. A empresa possui unidades produtivas em Hortolândia (SP), onde está o seu tecnológico Centro de P&D e a moderna fábrica de embalagem de medicamentos sólidos; em Jaguariúna (SP); em Brasília (DF), e em Manaus (AM), atuando com a Novamed, uma das maiores fábricas mundiais de medicamentos sólidos. Também está na Sérvia, com a farmacêutica Galenika, e na Itália, com o laboratório de pesquisas Monteresearch. Tem presença no mercado norte-americano com a sua controlada Vero Biotech, localizada em Atlanta, Geórgia, por meio da qual a EMS obteve em 2019 a aprovação de seu primeiro produto revolucionário, fruto de inovação radical, submetido à FDA (EUA); e com a Brace Pharma, também em Atlanta, mantendo parcerias para buscar o que há de melhor e mais inovador em áreas terapêuticas como oncologia, virologia e imunologia. Trilhando um caminho sólido de inovação e internacionalização de seus produtos e de consolidação como potência global, a EMS inaugurou em 2024 a primeira fábrica do Brasil de peptídeos, capaz de produzir para o país e para o mundo análogos de GLP-1 como liraglutida e semaglutida, voltadas ao tratamento da obesidade e diabetes tipo 2. Com negócios em 56 países, a EMS tem um dos maiores números de estudos clínicos do país e aproximadamente 100 patentes concedidas ou em análise no Brasil e no mundo. Ainda, mantém um histórico consistente de iniciativas sociais, culturais, ambientais e esportivas dentro e fora do país como mais uma forma concreta de promover saúde e qualidade de vida.

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