Informações

Qual cadeira custa mais caro, a vazia ou a mal preenchida?

1 Mins read
Demissões podem diminuir se a empresa olhar além do currículo ao contratar

POR: Toda Comunicação

É comum que ao fazer uma entrevista, a empresa olhe o currículo do profissional, sua formação, experiências e até entre em contato com locais de trabalho anteriores no momento de decidir a contratação. Porém, é preciso levar em conta mais que o QI – Quociente intelectual.

O QE – Quociente Emocional, quando levado em conta, pode avaliar os índices de sentimentos primários no ser humano: raiva, medo, tristeza, felicidade e amor.
“Os profissionais de RH das empresas não avaliam esse tipo de fator. Demissões seriam evitadas já no momento da contratação, assim como gastos da empresa com o recém-admitido”, conta Leandro Cunha, Especialista em Inteligência Emocional e Terapeuta comportamental.

Mas por que realizar o teste de QE antes da contratação? Aquele profissional com alto índice de raiva ou tristeza, além de não ser produtivo em sua própria vida, não será para a empresa.

“É importante avaliar também os funcionários mais antigos, que apesar de terem sido lucrativos para a empresa, mudaram de comportamento. É possível tentar resolver o problema, ou então, após entender o caso, desligá-lo do cargo. Afinal, uma cadeira mal preenchida custa mais caro que uma vazia”, relata o especialista.

As cadeiras mal preenchidas são comprovadamente mais caras e prejudiciais à empresa, e é preciso reverter a situação para alcançar o potencial e lucro esperado.

“Hoje, muitos profissionais são contratados pelo QI e demitidos pelo QE, pois as empresas não sabem como trabalhar a Inteligência Emocional desde o início, quando deveriam andar de mãos dadas”, finaliza.

Leandro Cunha

Treinador em Inteligência emocional e Espiritual e presidente da FBIE – Fundação Brasileira de inteligência emocional

@leandrocunhaie – Instagram

(21) 96478-6121

(21) 96829-8337

(31) 99549-0806

www.leandrocunhaie.com.br

www.fbiefenix.com.br

Related posts
Informações

Assinatura só com Gov.br? Especialista explica quando contratos digitais valem ou não

2 Mins read
*Caroline Bujato Dipp A resposta é não. Contratos assinados eletronicamente não precisam, necessariamente, utilizar a conta Gov.br ou certificados emitidos no padrão…
Informações

CBS muda regras de reembolso e pressiona empresas a revisar contratos, sistemas e documentos fiscais

3 Mins read
Por Paulo Zirnberger, CEO da Omnitax, empresa especializada em inteligência tributária A partir de 2027, despesas corporativas, serviços compartilhados e reembolsos passam…
EmpregosInformações

O impacto da redução da escala 6x1 no Transporte Rodoviário de Cargas 

2 Mins read
Por Raquel Serini O debate sobre a jornada de trabalho no Brasil voltou ao centro das discussões públicas e legislativas, impulsionado por…