Sustentabilidade

Soja brasileira amplia papel estratégico na transição energética e reforça avanços em sustentabilidade

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Matéria-prima fortalece cadeias alimentares, energéticas e industriais, enquanto iniciativas voltadas à produção responsável ganham espaço no setor

A soja brasileira ocupa posição estratégica na economia nacional e global, consolidando-se como uma das principais commodities do agronegócio e uma matéria-prima essencial para diferentes cadeias produtivas. Presente na alimentação humana e animal, na indústria e, cada vez mais, no setor energético, a cultura também acompanha transformações importantes relacionadas à sustentabilidade, rastreabilidade e eficiência produtiva.

Nos últimos anos, a soja tem ampliado sua participação em diferentes cadeias produtivas e ganhado espaço também na produção de energia renovável, com aplicações que incluem biodiesel e etanol. No Brasil, o uso da oleaginosa como insumo para o biodiesel vem crescendo impulsionado pela demanda por fontes mais sustentáveis e por iniciativas voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa. Segundo dados da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (AproBio), somente a produção nacional de biodiesel deve crescer 6,3% em 2026, alcançando 10,5 bilhões de litros com a adoção da mistura B15 na matriz energética. O avanço dos biocombustíveis reforça a diversificação das aplicações da soja e sua participação em uma matriz energética mais sustentável.

Para o CEO da empresa, Alessandro Reis, a evolução da oleaginosa mostra como a cultura vem ampliando sua relevância para além dos usos tradicionais. “A soja brasileira possui uma característica única: sua capacidade de conectar diferentes cadeias produtivas e gerar valor em múltiplos setores. Além da importância econômica e alimentar, ela também avança como um elemento relevante na agenda de transição energética, especialmente com a expansão do biodiesel e de outras soluções renováveis”, afirma.

Esse avanço também acompanha uma demanda crescente por práticas mais responsáveis ao longo de toda a cadeia produtiva. Temas ligados à rastreabilidade, eficiência operacional e aos princípios ambientais, sociais e de governança (ESG) vêm ganhando cada vez mais espaço nas estratégias do setor.

Inserida nesse cenário, a CJ Selecta direciona investimentos para iniciativas voltadas à inovação, ao desenvolvimento de soluções sustentáveis e ao fortalecimento de uma cadeia produtiva mais responsável. Entre as ações da companhia estão práticas relacionadas à rastreabilidade, conformidade socioambiental e aprimoramento contínuo dos processos produtivos, buscando conciliar eficiência operacional e geração de valor.

Planta de etanol de soja amplia aproveitamento da matéria-prima

A ampliação das aplicações da soja também passa pelo desenvolvimento de soluções capazes de agregar valor à matéria-prima e diversificar seu potencial de uso. Nesse contexto, a CJ Selecta conta com uma planta dedicada à produção de etanol de soja, iniciativa que reforça a estratégia da companhia voltada à inovação e ao aproveitamento eficiente dos recursos provenientes da cadeia produtiva.

A operação contribui para ampliar as possibilidades de utilização da oleaginosa, fortalecendo a presença da soja também no segmento de biocombustíveis e em alternativas alinhadas à economia de baixo carbono.

“Acreditamos que inovação e sustentabilidade precisam caminhar juntas. A planta de etanol de soja representa nossa busca constante por novas soluções, ampliando o aproveitamento da matéria-prima e contribuindo para uma cadeia mais eficiente e preparada para os desafios futuros”, destaca Alessandro.

Além do aspecto econômico, a discussão sobre sustentabilidade no setor também envolve temas como uso eficiente dos recursos naturais, redução de impactos ambientais, desenvolvimento das comunidades e transparência nas relações produtivas. Nesse cenário, a integração entre produtividade e responsabilidade tende a ganhar cada vez mais relevância, acompanhando a evolução das demandas dos mercados nacional e internacional.

“O futuro do agronegócio está diretamente relacionado à capacidade de produzir mais, com eficiência e responsabilidade. Investir em rastreabilidade, inovação e iniciativas ESG deixou de ser apenas um diferencial e passou a fazer parte da construção de cadeias produtivas mais resilientes e alinhadas às demandas globais”, conclui o CEO.

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