
A cúpula dos BRICS trouxe, mais uma vez, à tona discussões importantes sobre o futuro da ordem econômica global. A declaração final, especialmente ao criticar tarifas unilaterais e defender o uso de moedas locais, me parece um claro recado de que o bloco quer reduzir a dependência do dólar e fortalecer a soberania econômica de seus membros. Isso, naturalmente, acaba tensionando ainda mais a relação com os Estados Unidos.
A resposta de Trump, ameaçando impor tarifas adicionais de 10% a todos os países que se alinhem ao BRICS, reflete uma postura de confronto direto. É uma reação que busca conter o avanço de alternativas ao sistema liderado pelos EUA, mas que pode, paradoxalmente, acelerar esse movimento de reorganização global.
Na minha visão, o ponto central aqui é que o BRICS está se consolidando não apenas como um bloco econômico, mas como um ator político relevante, disposto a questionar as regras estabelecidas e propor novos caminhos, mais plurais, mais colaborativos e menos dependentes de uma única potência. O Brasil, inclusive, tem um papel diplomático importante nesse contexto, tentando manter o diálogo aberto enquanto reforça seu protagonismo no Sul Global.
Sobre a WIT – Wealth, Investments & Trust
A WIT – Wealth, Investments & Trust – é assessoria, planejamento e execução para cuidar do patrimônio de pessoas, grupos familiares e empresas, de forma integral e sincronizada, apoiada por uma sofisticada estrutura de especialistas e de empresas que atuam de forma independente, porém complementar. O multi family office atua nas áreas de assessoria de investimentos; fundos exclusivos; câmbio e remessas internacionais; serviços financeiros e emissão de dívidas em mercado de capitais; ativos imobiliários e consultoria patrimonial. Atualmente, a empresa está presente em nas capitais de São Paulo e Paraná, em Curitiba, e em cidades do interior paulista: Campinas, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, Araçatuba, Votuporanga, Jundiaí e Itu.








