Saúde

Usuários de canetas contra diabetes e obesidade investem mais em vitaminas e suplementos

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Levantamento da Impulso, solução de Retail Media da RD Saúde, aponta que os compradores de medicamentos à base de GLP-1 apresentam maior ticket médio nas categorias de vitaminas (65%) e suplementos (+60%)

A crescente adesão a tratamentos à base de GLP-1, Semaglutida e outros princípios análogos – (as populares “canetas” contra diabetes e obesidade) tem impactado o comportamento de compra em categorias complementares. Levantamento da Impulso, solução de Retail Media da RD Saúde, apontou um crescimento consistente nos investimentos de consumidores desses medicamentos em vitaminas – com aumento de 65% – e em suplementos – em média, 60% mais gastos em produtos do gênero. Os dados são relativos ao consumo realizado nas redes Drogasil e Raia entre março de 2025 e março de 2026, comparados com o mesmo período do ano anterior. A pesquisa considera as lojas da RD Saúde como base para o levantamento.

Se forem considerados apenas os volumes, os dados também são expressivos: houve aumento de 20% no volume de consumo de vitaminas, enquanto a aquisição de suplementos saltou 70% na mesma categoria. 

Levantamento da Impulso aponta que metade da audiência que busca este item é composto por adultos na faixa de 36 a 55 anos. Além disso, quase 80% transitam entre o e-commerce e as lojas físicas. “Esse consumidor é altamente conectado e possui uma jornada de compra mista, que leva em conta outros interesses conectados à busca de saúde e bem-estar. Assim, o ambiente digital não é apenas uma vitrine, mas um pilar relevante para a adesão e manutenção do tratamento, que atua como um dos pontos de apoio na jornada do paciente, em conjunto com orientação médica, afirma Luiza Shahini, diretora comercial da Impulso.  

Diante dessa jornada em que o paciente pesquisa online e frequentemente compra ou retira o item na loja física, a inteligência de dados pode atuar de forma decisiva, para alinhar o contexto das buscas digitais do paciente (search) com a mídia exterior exibida em telas dentro das farmácias (DOOH). 

 “O cenário evidencia que compreender a transição entre canais deixou de ser um diferencial e tornou-se a premissa básica para manter o engajamento ao longo da jornada de cuidado”, finaliza Luiza. Essa precisão na comunicação permite que o ecossistema ofereça informações mais contextualizadas e relevantes ao longo da jornada do paciente, apoiando desde a compreensão da condição até a adesão ao tratamento. 

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