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 Inteligência artificial e vendas corporativas: oportunidades de negócios em expansão

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Murilo Ventimiglia, CEO da Upp Tecnologia - Foto: Cleber Bonotto
Murilo Ventimiglia, CEO da Upp Tecnologia – Foto: Cleber Bonotto

Por Murilo Ventimiglia – CEO da Upp Tecnologia

A Inteligência Artificial não é mais novidade no mundo corporativo, mas a sua aplicação como implementação de resultados ainda é irrelevante diante as oportunidades. A maioria das operações não tem “coragem” de implementar projetos tecnológicos pois os departamentos são, de certa forma, com baixa maturidade tecnológica.

Quando olhamos para o departamento comercial a maturidade é ainda mais preocupante, pois forças de vendas ainda consistem em times velhos e resistentes. Se considerarmos a indústria aí a situação se agrava: os representantes são obsoletos e preguiçosos e não “abrem” clientes novos há bastante tempo.

Não destoante, a maturidade do departamento, a criação de televendas para captação de clientes novos e a reativação de base passam a ser determinantes, pois claramente os modelos antigos não cabem mais.

Os gestores, por sua vez, maduros (ou velha guarda) pouco entendem de canais alternativos diferente ao modelo antigo. Não que não devemos entender de gente, pelo contrário: entender de gente é fundamental, mas sem entender de canais, tecnologia, ferramentas e IA, pode ter certeza que farão um esforço fora do comum para ter resultados contundentes.

Os dois departamentos que precisam amadurecer tecnologicamente imediatamente é o RH e o departamento comercial, que habitualmente são mais humanos, mas esse tema é pra outro artigo. Entendo que precisamos olhar para a IA como oportunidade de implementar resultados; vender mais, aumentar ticket, reativar clientes, cobrar efetivamente melhor e principalmente oportunizar um atendimento “Uau!”. Porque se não for desta forma, o cliente não volta. A Geração Z já ensinou quase tudo que não gostávamos – realidade nos hábitos de compras.

Nossos departamentos não tem a mínima chance frente aos novos hábitos de compra: precisamos muni-los de muita tecnologia em projetos consistentes, pois não se trata de fazer por fazer. Trata-se de como tem que ser feito; aderência de estrutura aos hábitos de compra e relacionamento. 

Precisamos da clareza que precisamos vender mais. E não há nada mais relevante que olhar para IA com visão empreendedora para nossas operações.

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