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Combinando nome e logomarca ao seu público jovem, ATW agora é Tastefy

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Dark kitchens compartilhadas crescem como modelo para escalar operações no delivery

De acordo com estudos da Coherent Market Insights, o mercado global de dark kitchens (cozinhas fantasmas ou invisíveis) deve ultrapassar US$157,2 bilhões até 2030, impulsionado principalmente pela demanda crescente por delivery de comida e pelo surgimento de modelos operacionais mais enxutos e escaláveis. No Brasil, esse movimento tem ganhado força com um novo formato: o das dark kitchens compartilhadas com múltiplas marcas operando no mesmo espaço físico.

Esse modelo tem se mostrado uma solução eficiente para escalar negócios no food service, especialmente em grandes centros urbanos, onde o custo de operação e aquisição de novos pontos pode comprometer a rentabilidade das marcas. Na prática, uma única estrutura é capaz de abrigar diferentes marcas — com identidade própria, cardápios distintos e posicionamentos complementares — mas compartilhando insumos, equipe, equipamentos e logística de entrega.

A Tastefy (antiga ATW Delivery Brands), aposta no modelo dark kitchen há quase uma década e atualmente opera três redes diferentes – Number One Chicken, Brasileirinho Delivery e O que comer, Fernando? – dentro de uma única cozinha. A proposta é clara: eficiência, expansão rápida e sinergia operacional.
Agora, o grupo pretende se conectar ainda mais com o seu público, que tem um perfil jovem e arrojado. Sendo assim, ATW virou Tastefy (o que quer dizer, mais ou menos “cheio de sabor”) e adotou o mascote Taste para completar a logo, que ganhou ares leves e divertidos.

“Sentimos que era o momento da mudança e a necessidade de modernização. A nova marca foi pensada por nosso time de marketing, para conversar diretamente com o público consumidor, que é jovem e antenado”, conta Victor Abreu, CEO da rede. As mudanças ocorrem no momento importante para a marca, que atingiu faturamento de R$200 milhões em 2024.

A operação de múltiplas marcas em uma mesma estrutura, ajuda a diluir custos, otimizar a mão de obra e aumentar o faturamento por metro quadrado. É um modelo que respeita a identidade de cada marca, mas potencializa o negócio como um todo, não se tratando apenas de economia, mas de inteligência operacional e escalabilidade. Com a redução de custos fixos, o modelo também favorece a adaptação rápida às tendências de consumo. Segundo Abreu, se uma marca tem mais apelo durante o dia e outra à noite, por exemplo, a mesma estrutura consegue atender diferentes demandas ao longo do dia, sem ociosidade. O formato também se mostra resiliente diante de oscilações de mercado e sazonalidades.

“Essa abordagem é uma resposta prática às dores do setor de alimentação fora do lar. E mais: é uma tendência global. Entregamos inovação com os pés no chão, olhando para o que o consumidor quer, mas também para o que o operador precisa para crescer com sustentabilidade”, conclui o CEO da Tastefy.

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