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Da reposição à conservação: o novo olhar do mercado de manutenção para capacetes de moto

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A discussão sobre a durabilidade de produtos e bens tem sido cada vez mais recorrente. De acordo com estudo da McKinsey & Company, o consumidor pós-pandemia passou a valorizar mais custo-benefício ao longo do tempo, priorizando manutenção em vez de substituição.  Nesse contexto, itens de uso diário e altamente expostos, como equipamentos de proteção a exemplo dos capacetes, demandam cuidados constantes ao longo de sua vida útil, tanto para manter suas condições adequadas quanto para assegurar higiene e segurança. Embora os fabricantes recomendem a substituição entre três e cinco anos de uso, pois materiais como isopor e resina perdem a capacidade de absorção de impacto, o cuidado com o acessório precisa ser contínuo.

O uso de capacete para condutor e passageiro de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos e quadriciclos em vias públicas é exigido por lei no Brasil, a falta do equipamento de proteção, ou selo do INMETRO falso é infração gravíssima, gerando multas e pontos na carteira de habilitação, além de perder o direito de dirigir. Só no país são  mais de 35 milhões de motos em circulação, de acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), consolidando como um dos maiores mercados de mobilidade sobre duas rodas. Para Antony Fedlallah, CEO da PitCap, rede de vending machine de higienização de capacetes criada a partir desse cenário, soluções automatizadas que favorecem a conservação desse item passam a ganhar destaque no mercado. “Com os cuidados básicos, o item de segurança deixa de ser descartável ao longo do seu prazo de validade e passa a ser tratado como um ativo que exige manutenção periódica. Além disso, o serviço também chega para sanar uma demanda crescente por higiene e segurança, principalmente entre motociclistas e entregadores por aplicativo”, destaca.

Antony explica que o objetivo da marca acompanha essa nova necessidade do mercado e é uma mudança de percepção dessa realidade. “A PitCap nasce para resolver uma dor real do motociclista, unindo praticidade, saúde e economia. Em apenas quatro minutos, o capacete passa por um processo automatizado que combina raio UV-C e vapor quente para higienizar, desodorizar e perfumar, alcançando áreas internas do acessório que contribui para o bem-estar do condutor e para a conservação da peça, que quando bem cuidada tem sua vida útil prolongada. Com um custo acessível de R$10 por uso, a proposta é democratizar esse cuidado no dia a dia. Nosso plano é expandir a operação para 50 unidades distribuídas pelo Brasil até o final do ano “, reforça. 

O modelo opera em sistema de autoatendimento, com pagamento via Pix, cartão ou QR Code, e foi desenvolvido para locais de alto fluxo, como postos de combustível, shoppings, concessionárias de motos, supermercados e universidades, pontos de maior circulação de motociclistas.

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