Situada entre Itajaí e Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, a Praia Brava integra um dos eixos imobiliários mais valorizados do país e já registra imóveis novos acima de R$ 30 mil por metro quadrado. No bairro, as unidades da Torre Sirena acumularam valorização superior a 260% entre o lançamento, em 2020, e a entrega, com valores que saltaram de R$ 550 mil para mais de R$ 2 milhões, a maior valorização da Praia Brava. O projeto é da Lotisa, incorporadora que encerrou 2025 com R$ 383 milhões em vendas líquidas, alta de 189%, e se prepara para lançar, ainda no segundo semestre, um arranha-céu de aproximadamente 400 metros e VGV superior a R$ 2 bilhões em Balneário Camboriú.
Santa Catarina domina o ranking dos mercados residenciais mais valorizados do Brasil: quatro das cinco cidades com o metro quadrado mais caro do país estão no estado. Itajaí ocupa a quinta posição e, dentro dela, a Praia Brava já registra imóveis novos acima de R$ 30 mil por metro quadrado. Foi nesse endereço que a Torre Sirena, com Valor Geral de Vendas de R$ 450 milhões, foi entregue na sexta-feira (31) com 97% dos 232 apartamentos vendidos.
Responsável pelo projeto, a Lotisa chega à entrega da Torre Sirena após encerrar 2025 com R$ 383 milhões em vendas líquidas, alta de 189% em relação ao ano anterior, e receita líquida de R$ 242,5 milhões. Com 20 anos de atuação, a incorporadora catarinense soma mais de 25 empreendimentos entregues, 1.600 imóveis concluídos e cerca de 1.700 unidades em construção.
A Torre Sirena é a segunda entrega do complexo Torres da Brava, que já inclui a Torre Brisa, concluída em 2024 com 142 apartamentos. Ao todo, o conjunto reúne 374 unidades residenciais e dez espaços comerciais, o que faz dele, segundo a Lotisa, o maior complexo da Praia Brava em número de apartamentos. O novo edifício possui unidades de 83 m² e 110 m², cinco espaços comerciais e áreas comuns com piscinas, academia, quadra esportiva, espaços gourmet e ambientes infantis. Todas as áreas comuns foram entregues 100% mobiliadas pela Artefacto, marca brasileira de mobiliário de alto padrão.
O desempenho comercial acompanha uma combinação cada vez mais rara nos principais mercados imobiliários do país: demanda elevada e oferta restrita de terrenos. Situada entre Itajaí e Balneário Camboriú, a Praia Brava reúne cerca de três quilômetros de orla, Mata Atlântica preservada e ondas perfeitas que a tornaram referência no surfe brasileio. O bairro também concentra gastronomia, comércio, serviços de alto padrão e recebe mais de R$ 200 milhões em obras de mobilidade, entre novos binários e conexões viárias.
Os apartamentos da Torre Sirena acumularam valorização superior a 260% entre o lançamento, em 2020, e a entrega. As unidades, comercializadas inicialmente a partir de R$ 550 mil, chegaram à conclusão da obra com valores superiores a R$ 2 milhões. Entre os investidores está o empresário Jansen Deleo Cunha Bueno, que já possuía dois apartamentos no Sirena e comprou uma terceira unidade na semana da entrega, todas destinadas à locação. “Decidimos ampliar o investimento porque confiamos no padrão construtivo do empreendimento e no potencial de valorização da Praia Brava. As três unidades foram adquiridas com foco em locação, como ativos capazes de preservar patrimônio e gerar renda recorrente. A entrega confirmou a qualidade que esperávamos e reforçou nossa confiança no retorno desse investimento”, afirma.
Para Fábio Inthurn, fundador e CEO da Lotisa, a decisão do investidor de ampliar sua participação no mesmo empreendimento reflete uma lógica de mercado sustentada não apenas pela valorização dos ativos, mas também pela liquidez e pelo potencial de geração de renda recorrente.
“Chegar à entrega com 97% das unidades vendidas, em um projeto dessa escala, mostra que a demanda na Praia Brava não é circunstancial. Ela é sustentada pela escassez de terrenos, pela qualificação urbana do bairro e por um comprador cada vez mais atento à liquidez, à capacidade de execução da incorporadora e à preservação de valor do imóvel ao longo do tempo. A Sirena é o maior empreendimento que já concluímos em número de unidades e comprova que é possível ampliar escala sem abrir mão do padrão construtivo, da qualidade das áreas comuns e do compromisso com o pós-entrega”, afirma o executivo
Entrega antecede estreia bilionária em Balneário Camboriú
A conclusão da Torre Sirena ocorre às vésperas da entrada da Lotisa em Balneário Camboriú. A incorporadora prepara para o município um arranha-céu de aproximadamente 400 metros, mais de 100 pavimentos e VGV superior a R$ 2 bilhões. Previsto para ser lançado até o fim de 2026, o projeto será o maior da história da empresa e marcará sua estreia em um mercado que disputa as primeiras posições nacionais de preço do metro quadrado.








