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HÁ 32 ANOS, ROGÉRIO MENEZES É REFERÊNCIA NO SEGMENTO DE LEILÕES NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

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POR: Trevo Comunicação

Rogério Menezes Nunes, nomeado Leiloeiro Oficial pela Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro  (JUCERJA), atua no segmento de leilões há mais de 30 anos. Bacharel em Direito e pós-graduado em Ciências Humanas, ele realiza leilões de veículos, máquinas, equipamentos, imóveis, aeronaves e embarcações para as maiores instituições do país. Com uma infraestrutura de 70 mil metros quadrados, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, o pátio tem capacidade para comportar até 12 mil veículos. O auditório, onde os leilões presenciais eram realizados antes da pandemia, possui capacidade para mais de 1200 pessoas. Em 2021, mais de 10 mil veículos foram vendidos e a expectativa para este ano é dobrar esse número.

 

Nos últimos anos, o segmento de leilões passou por um boom e,  de acordo com Rogério, no ano passado a procura por leilões de automóveis explodiu. A quantidade de participantes nos eventos, que passaram a ser integralmente online, aumentou em 1.000%. “Em média, recebemos 800 veículos no pátio e cerca de 200 bens são arrematados por semana. O aumento do preço dos zero km, a crise econômica e o crescimento do trabalho informal por motoristas de aplicativo, aqueceram a procura por carros usados, além da fila de espera nas concessionárias, devido à pausa na produção dos carros durante a pandemia”, afirma.

 

Os leilões on-line e a visitação presencial são realizados três vezes por semana. Os clientes podem realizar os lances e verificar os bens a serem leiloados de grandes instituições como das seguradoras Porto Seguro, Azul, Itaú e Liberty, além de bancos e financeiras  Santander e BV.

Superação

Antes de inaugurar o pátio atual, Rogério Menezes viveu momentos desafiadores na carreira. Em 2014, um incêndio de grandes proporções atingiu seu antigo depósito, de 11 mil metros quadrados, localizado na Penha, Zona Norte do Rio. Cerca de mil carros foram destruídos e apenas 30% deles foram recuperados. A perícia concluiu que a causa do incêndio foi devido a um curto circuito em um carro. Rogério precisou recorrer a um empréstimo para comprar outro pátio e arcar com todos os veículos perdidos no incêndio.

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