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Nova empresa propõe regular o mercado de sorteios digitais e campanhas promocionais on-line

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Super Pix aposta em respaldo jurídico para profissionalizar um setor que opera, em grande parte, na informalidade

O crescimento de sorteios e campanhas promocionais nas redes sociais tem levantado uma série de questionamentos sobre legalidade, segurança e transparência. Diante desse cenário, a Super Pix, empresa recém-criada no bairro do Brooklin, em São Paulo, propõe uma abordagem mais estruturada para o setor. A companhia pretende oferecer respaldo jurídico e técnico para ações que hoje, em sua maioria, são realizadas sem regulamentação formal.

A proposta surge em meio a uma expansão acelerada do marketing de influência e da monetização digital, em que sorteios passaram a ser usados como ferramenta de engajamento e captação de público. Apesar da popularidade, muitas dessas campanhas são organizadas sem seguir normas previstas pela legislação brasileira.

“A gente percebeu que existe uma demanda crescente por regularização. Muitas pessoas promovem sorteios sem saber que precisam seguir regras específicas. Isso pode gerar problemas sérios, tanto para quem organiza quanto para quem participa”, afirma Lineu Jr., sócio da Super Pix.

A empresa reúne profissionais com experiência nas áreas de marketing, promoções e publicidade. Segundo os idealizadores, a proposta é oferecer um serviço que vá além da homologação legal das campanhas. A atuação inclui treinamentos, planejamento estratégico e apoio técnico para influenciadores e marcas de diferentes tamanhos.

Lineu Jr. ressalta que o objetivo não é apenas facilitar a vida de quem promove sorteios, mas também contribuir para a criação de um ambiente mais confiável no setor. “Se quisermos que esse tipo de ação continue crescendo de forma sustentável, é necessário estabelecer parâmetros claros e atuar com responsabilidade.”

A regulamentação de promoções é regida por normas da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, e seu descumprimento pode levar a penalidades legais. Com o aumento da fiscalização nas plataformas digitais, o tema tem ganhado maior atenção entre criadores de conteúdo e empresas.

A Super Pix entra nesse debate como uma tentativa de preencher a lacuna existente entre a prática digital e a legislação vigente. Ainda que seja cedo para avaliar o impacto da empresa no setor, a iniciativa aponta para uma tendência de amadurecimento no mercado de influência digital, que deve conviver cada vez mais com exigências formais e técnicas.

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João Costa é jornalista, assessor de imprensa, relações públicas com mais de 20 anos de experiência. Colunista internacional, é membro da Associação Paulista de Imprensa, da Associação Brasileira de Imprensa e Mídia Eletrônica e é registrado na Federação Nacional dos Jornalistas. Instagram: @joaocostaooficial
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