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Tecnologia em Libras ajuda empresas a cumprir leis de inclusão e evitar multas de mais de R$ 300 mil

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Socialtech brasileira, ICOM, garante o cumprimento das leis e integra a comunidade surda

Segundo o Censo de 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 14,4 milhões de brasileiros possuem deficiência. A Lei Brasileira de Inclusão exige acessibilidade na comunicação e nos serviços, mas apenas 2,9% dos sites do país são considerados inclusivos, de acordo com pesquisa realizada pelo BigDataCorp. 

Além disso, a Lei de Cotas PCD exige que empresas com 100 ou mais empregados façam contratações de pessoas com deficiência. O descumprimento da legislação pode gerar multa que varia de R$ 3 mil a R$ 336 mil, dependendo da gravidade e do porte da empresa.

A falta de comunicação adequada cria barreiras no acesso aos serviços, afetando diretamente a experiência e a fidelização desses clientes e, consequentemente, a reputação da marca. Para Monica Lupatin, diretora de negócios do ICOM, socialtech brasileira líder em serviços de inclusão e comunicação acessível para a comunidade surda, a falta de condições gera diversos problemas. “O não cumprimento dessas determinações pode resultar em sanções administrativas, multas, ações judiciais e até danos à reputação institucional. Além de atender à lei, promover a inclusão também é um compromisso ético e social das empresas com a construção de um ambiente mais justo e acessível para todos.”

Investir em acessibilidade, como intérpretes de Libras para atendimento a clientes surdos, é uma estratégia de negócios que vai além da conformidade legal. Tais investimentos minimizam riscos jurídicos e, mais importante, aumentam a satisfação e a lealdade de clientes com deficiência auditiva, gerando boca a boca positivo. Demonstrar compromisso com a diversidade melhora a reputação corporativa, atrai um público mais amplo e talentos diversos, posicionando a empresa como líder e impulsionando o crescimento sustentável.

“As plataformas de Libras, como o ICOM, viabilizam uma comunicação clara e acessível entre profissionais e pessoas surdas, garantindo o registro seguro de cada atendimento e fortalecendo práticas inclusivas nas instituições. Além de atender a exigências legais, essas soluções promovem uma inclusão real e eficaz no dia a dia, ampliando a autonomia e a participação de todos nos diferentes contextos de interação”, ressalta a diretora de negócios.

Garantir que a informação seja acessível e compreensível para todos os públicos, além de oferecer transparência sobre o uso dos dados, é o objetivo central das soluções de acessibilidade.

“O ICOM permite que as empresas cumpram as exigências legais de acessibilidade e promovam a inclusão efetiva de profissionais surdos em diferentes formatos de trabalho, tanto no ambiente presencial quanto no digital. A plataforma assegura que todos os processos ocorram em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), garantindo segurança, privacidade e respeito às informações pessoais dos usuários”, finaliza Monica Lupatin.

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