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Tecnologia paperless atua como aliada para instituições de saúde na busca pelo selo internacional HIMSS

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Reconhecimento, considerado um diferencial para investidores e pacientes, sinaliza grau de maturidade digital em hospitais

A busca por certificações internacionais de maturidade digital já é uma realidade entre os hospitais brasileiros. Entre elas, destaca-se o selo HIMSS, concedido pela Healthcare Information and Management Systems Society, entidade americana referência em tecnologia da informação em saúde. As instituições que conquistam esse reconhecimento, especialmente nos níveis 06 e 07, são consideradas referência em digitalização do prontuário eletrônico, integração de dados clínicos e governança assistencial.

Mas, apesar de ser um diferencial perante a sociedade e investidores, ainda é pequeno o quantitativo de hospitais que possuem o reconhecimento (entre 300 e 400 instituições a nível mundial). De acordo com André Almeida, gerente comercial da Green Paperless, empresa com mais de 15 anos e com a missão de acelerar a transformação digital nas instituições de saúde através da retirada do papel, alcançar níveis avançados de maturidade HIMSS exige muito mais do que tecnologia pontual.

“Para conquistar os níveis máximos, a instituição de saúde precisa investir além da digitalização de documentos. É necessário que haja a garantia da integridade documental, rastreabilidade das assinaturas, disponibilidade das informações para auditorias e no apoio às decisões clínicas, entre outros”, explica.

Nesse contexto, a adoção de assinatura remota com validade jurídica tem se firmado como um elemento da transformação digital na Saúde. Afinal, ao eliminar fluxos híbridos e o uso de papel, a tecnologia paperless torna os registros mais confiáveis, rápidos e seguros, com identificação clara de autoria e requisitos, esses, que costumam ser analisados durante as avaliações de maturidade digital.

Outro fator que deve ser considerado na preparação para a certificação é a organização dos acervos documentais legados. Isso ocorre porque, apesar da tecnologia estar cada vez mais presente nesses ambientes, muitos hospitais ainda utilizam prontuários físicos ou digitalizações desestruturadas, o que acaba por dificultar a integração com sistemas clínicos e a comprovação de conformidade com padrões internacionais.

“A solução para a demanda surge através de tecnologias que atuam na recuperação, organização e estruturação de prontuários. Essa iniciativa atuará para a presença da conformidade regulatória como também para a integração com o sistema eletrônico hospitalar”, sinaliza Almeida.

Ainda, segundo o gerente comercial da Green Paperless, a organização documental vai muito além de um ganho operacional, afinal “a qualidade da informação clínica impacta diretamente a segurança do paciente e a capacidade da instituição de demonstrar maturidade digital, uma vez que resultará em redução de falhas de comunicação e necessidade de retrabalhos”.

Conquistar o selo HIMSS, portanto, é resultado de um processo contínuo de evolução digital. Assim, em um setor que visa a união da qualidade de atendimento com eficiência e segurança, investir em bases documentais estruturadas e fluxos 100% digitais é o diferencial para hospitais que desejam ascender aos níveis mais elevados de maturidade digital no Brasil e no mundo.

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