Organização com apoio da AWS amplia atuação com novas frentes institucionais, educacionais e de empregabilidade
A Escola da Nuvem dá um passo decisivo na consolidação de um modelo mais completo de inclusão produtiva no Brasil. Ao estruturar novas frentes institucionais e expandir parcerias estratégicas, a organização passa a operar como um ecossistema educacional integrado, capaz de acompanhar jovens e adultos em situação de vulnerabilidade desde o primeiro contato com o ambiente digital até a inserção qualificada no mercado de trabalho.
O ponto de entrada é o curso “Tech Para Todos”, programa de fundamentos em tecnologia voltado para quem nunca teve contato com o universo digital. A partir daí, o aluno pode seguir para os cursos técnicos ou ingressar na formação em “Fundamentos de Vendas”, alternativa de entrada no mercado para perfis com interesse comercial. Quem avança no percurso tecnológico encontra os cursos “Fundamentos de Computação em Nuvem 1 e 2”, que aprofundam os conhecimentos em cloud computing, No Code e Inteligência Artificial, preparando o aluno para o próximo nível. Para os que concluem essa etapa, a organização oferece as “Trilhas de Extensão”, formações avançadas em Arquitetura Cloud, CloudOps e Desenvolvimento, voltadas para quem busca especialização e competitividade técnica no mercado.
Durante as formações técnicas, os alunos ingressam no Programa de Empregabilidade, que oferece apoio por até dois anos após a conclusão dos cursos, por meio de duas frentes: o “Apoio ao Emprego”, que acompanha ativamente o aluno na busca por colocação, e o Emprego Apoiado, modalidade de suporte estendido por até 12 meses para alunos que já se inserem no mercado mas ainda necessitam de mentoria na adaptação profissional.
“O que a gente está construindo é uma jornada completa, que começa no primeiro acesso à tecnologia e só se encerra quando esse aluno está, de fato, inserido no mercado de trabalho”, afirma Ana Leticia Lucca, CRO da Escola da Nuvem. “No Brasil, a gente ainda trata inclusão digital como acesso. Mas acesso, sozinho, não transforma a realidade. O que transforma é conexão com oportunidade, e isso exige formação, suporte e articulação com o mercado”, diz a executiva.
O apoio continuado já marca a jornada de diversos alunos, como é o caso de Thomas Silva Cordeiro. “Já trabalhei como eletricista, ourives e até cheguei a tentar seguir no comércio exterior, mas sempre me sentia um pouco perdido, sem saber qual caminho realmente seguir. Hoje sou Analista de Cloud e Infraestrutura Júnior. Consegui a vaga apresentando projetos práticos desenvolvidos com a conta AWS que tive acesso por meio da Escola da Nuvem, algo que fez toda a diferença no processo seletivo”, comenta.
A etapa de conexão com o mercado ganha reforço com a criação de uma área dedicada de Relações Governamentais, que passa a estruturar o relacionamento com o setor público de forma contínua e estratégica. A ideia é transformar o relacionamento em oportunidade concreta, acessando políticas públicas, editais e programas de forma estruturada, com previsibilidade e escala.
A área tem como objetivo transformar o relacionamento com o poder público em parcerias concretas e recorrentes, acessando editais, convênios, termos de fomento e emendas parlamentares nas três esferas de governo.
Nesta jornada, um dos focos prioritários é a expansão territorial para fora do eixo Rio–São Paulo e o atendimento de públicos historicamente sub atendidos em programas de inclusão digital, como os jovens entre 16 e 24 anos e adultos na faixa dos 40 e 50 anos que buscam requalificação profissional. No campo das parcerias sociais e educacionais, o ano de 2025 marcou uma inflexão estratégica para a organização. A atuação passou a integrar, de forma mais estruturada, instituições de ensino e organizações da sociedade civil alinhadas à inclusão produtiva. Nesse contexto, a formalização de acordo com o Grupo Ânima Educação, um dos maiores grupos privados de ensino superior do Brasil, introduz a possibilidade de continuidade acadêmica para egressos da Escola da Nuvem, com acesso a bolsas parciais em graduação e pós-graduação.
Na mesma linha, a Escola da Nuvem busca atualizar novas parcerias com escolas de idiomas, já que o domínio de inglês é requisito crescente no mercado de trabalho. Segundo a Catho, menos de 5% dos brasileiros falam uma língua além do português. A cooperação prevê aulas e benefícios para alunos que alcançam a etapa de empregabilidade, agregando uma competência que impacta diretamente as chances de inserção profissional.
“A gente percebeu que formar tecnicamente não era suficiente. O mercado exige inglês, exige continuidade de estudos, exige preparo para processos seletivos. Então, nosso papel passou a ser integrar tudo isso dentro da mesma jornada”, explica Ana Leticia. O momento é marcado pelo lançamento de um novo site, trazendo destaque para a empregabilidade da organização.
Desde 2022, a Escola da Nuvem já formou gratuitamente 7.826 profissionais em tecnologia, com presença em 10 estados e 21 cidades do país. Ao longo dessa jornada, os alunos conquistaram 3.482 certificações internacionais, reconhecidas por empresas como AWS, Microsoft e Google, o que reforça a qualidade da formação e amplia de forma concreta as possibilidades de inserção no mercado de trabalho que já resulta em mais de 3.600 pessoas empregadas.








